sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Crianças desaparecidas: operação de buscas já percorreu mais de 200 km em Bacabal


Bacabal - Após quase 20 dias de buscas pelos irmãos Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4 anos, desaparecidos desde o dia 4 de janeiro, em Bacabal, no Maranhão, a força-tarefa responsável pelas operações entrou em uma nova fase, com foco direcionado na investigação policial. 

Durante as ações, as equipes percorreram mais de 200 quilômetros por terra e por água, em áreas de mata fechada e de difícil acesso. As buscas já mobilizaram mais de mil pessoas, entre agentes das forças de segurança estaduais e federais, além de voluntários.

Força-tarefa muda foco em buscas no Maranhão

Segundo as autoridades, a mudança de estratégia ocorreu após a varredura completa das áreas inicialmente mapeadas, sem que fossem encontrados vestígios ou pistas que indicassem o paradeiro das crianças.

Apesar da suspensão temporária das buscas extensivas em campo, as equipes de segurança informaram que, caso surjam novos indícios durante a investigação, os trabalhos poderão ser retomados nas áreas de mata.

A força-tarefa segue concentrada na base instalada no quilombo São Sebastião dos Pretos, na zona rural de Bacabal, local onde as crianças moravam e foram vistas pela última vez. O trabalho conta com atuação integrada da Polícia Civil do Maranhão, do Exército Brasileiro e da Marinha, além do uso de drones para monitoramento da região.

Autoridades falam sobre buscas por crianças desaparecidas em Bacabal

O secretário Maurício Martins pediu cautela à população e reforçou que comentários sem embasamento podem atrapalhar as investigações. Segundo ele, uma comissão formada por delegados de São Luís, em conjunto com a delegada titular da Delegacia de Bacabal, atua para apurar todos os detalhes levantados ao longo das buscas.

As operações continuam sem prazo para encerrar. Além das áreas já vasculhadas, as forças de segurança vão intensificar diligências da Polícia Civil em novos pontos indicados durante a investigação.

Inquérito policial com mais de 200 laudas

Ainda segundo Maurício Martins, o inquérito policial instaurado desde o início do caso já ultrapassa 200 páginas, reunindo depoimentos, laudos e relatórios das equipes envolvidas.

Envolvimento dos pais das crianças desaparecidas

Questionado se os pais da criança podem ter envolvimento com o desaparecimento, após comentários que vêm sendo levantados nas redes socais, o secretário esclareceu que mesmo que os pais voltem a depor, não significa, necessariamente, que estejam sendo tratados como suspeitos. 


POLÍCIA CIVIL PRENDE POLICIAIS INVESTIGADOS POR CRIME DE SEQUESTRO EM SÃO LUÍS


 A Polícia Civil do Maranhão realizou, na última quinta-feira(22), a prisão de dois agentes de segurança pública investigados pelo crime de extorsão mediante sequestro, durante uma ação coordenada pela Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC).

A operação foi conduzida a partir de investigação do Departamento de Operações Táticas Especiais (DOTE), com apoio do Departamento de Combate ao Roubo a Instituições Financeiras (DECRIF) e dos núcleos de inteligência da Secretaria de Estado da Segurança Pública, da Polícia Militar e da Polícia Civil. No curso da ação, foram cumpridos dois mandados judiciais em desfavor dos investigados.

Os presos são um oficial da Polícia Militar do Maranhão, que se encontra na ativa, e um policial civil aposentado. Durante o cumprimento das ordens judiciais, os policiais apreenderam aparelhos celulares, armas de fogo e munições de calibres diversos, que serão analisados no decorrer das investigações.

De acordo com a SEIC, a investigação teve origem em um fato ocorrido em 28 de outubro de 2025, quando a vítima foi abordada em um lava a jato localizado no bairro do Turu, em São Luís. Na ocasião, os autores se passaram por agentes públicos e apresentaram um falso mandado de prisão, mantendo a vítima sob restrição de liberdade enquanto exigiam o pagamento de R$ 100 mil.

O valor foi depositado por familiares da vítima em contas bancárias indicadas pelos investigados. Após a transferência do dinheiro, a vítima foi liberada.

Agora, as investigações seguem em andamento com o objetivo de identificar outros possíveis envolvidos no crime. Os presos permanecem à disposição da Justiça.

POLÍCIA CIVIL PRENDE HOMEM INVESTIGADO POR ESTUPRO DE VULNERÁVEL EM SÃO VICENTE DE FÉRRER


 Na manhã desta quinta-feira (22), a Polícia Civil do Maranhão deu cumprimento a um mandado de prisão preventiva contra um homem investigado pelo crime de estupro de vulnerável no município de São Vicente de Férrer.

A ação policial foi realizada por equipes da Delegacia de Polícia de São Vicente de Férrer, responsáveis pela condução das investigações. Conforme apurado, o investigado é apontado como o principal suspeito de cometer o crime contra um menor de idade.

De posse do mandado judicial, os policiais se deslocaram até o povoado Santa Teresa, localizado na zona rural do município, onde conseguiram localizar e efetuar a prisão do suspeito.

Após a realização dos procedimentos legais na delegacia, o homem foi encaminhado à Unidade Prisional de Viana, onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário.

Emenda de Motta injeta bilhões do mercado de carbono e vira alvo do STF


  A aprovação de uma emenda apresentada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), na lei que regulamentou o mercado de carbono brasileiro provocou forte reação no setor de seguros e previdência privada e levou a norma a ser questionada no Supremo Tribunal Federal (STF). A medida criou um mercado compulsório bilionário para créditos de carbono, obrigando empresas do setor a destinar parte de suas reservas técnicas a esse tipo de ativo ambiental. As informações são do UOL.

As autoridades levantam a hipótese de que a emenda possa ter beneficiado interesses ligados ao empresário Henrique Vorcaro, pai do banqueiro Daniel Vorcaro. Henrique passou a investir no mercado de carbono justamente no período em que a proposta avançava no Congresso, inflando o valor de supostos créditos ambientais. O UOL mostrou, em dezembro, que esses créditos teriam sido supervalorizados.

A trajetória de crescimento acelerado do Banco Master, controlado por Daniel Vorcaro, foi acompanhada da construção de uma ampla rede de alianças políticas. Lideranças do Centrão no Congresso e interlocutores no sistema financeiro encamparam pautas de interesse do banqueiro, movimento que agora está sob escrutínio das autoridades.

No caso específico do mercado de carbono, o problema central era a ausência de compradores para créditos ambientais avaliados como bilionários. A emenda apresentada por Hugo Motta mudou esse cenário ao criar uma demanda obrigatória. O setor de seguros e previdência privada passou a ser compelido a investir nesses ativos, mesmo sem ser um dos grandes emissores de gases de efeito estufa.

Entidades do setor argumentam que a medida criou uma distorção. Para a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg), a demanda real por créditos de carbono no Brasil “é significativamente menor do que a demanda criada” pela emenda. A entidade afirma que o valor estimado, de cerca de R$ 9 bilhões ao ano, “é comparável ao total movimentado pelo mercado voluntário de crédito de carbono global em 2024”.

A interlocutores, Hugo Motta afirmou que o acordo em torno da emenda foi costurado entre líderes da Câmara dos Deputados e o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O parlamentar defendeu a iniciativa afirmando que a redução das emissões de gases de efeito estufa e o incentivo a políticas ambientais são fundamentais para o país. Motta também sustentou que a injeção bilionária de recursos não seria direcionada a nenhuma empresa específica vendedora de créditos de carbono.

Henrique Vorcaro, por sua vez, declarou ao UOL: “É empresário no Brasil há 40 anos, dialoga com autoridades, mas não tem ingerência em temas de exclusividade do Congresso Nacional. Cabe ao Parlamento decidir sobre a legislação brasileira”. Apesar disso, ele foi alvo de busca e apreensão na segunda fase da Operação Compliance Zero.

Questionamento no Supremo

A emenda e sua posterior aprovação causaram estranhamento imediato entre seguradoras e empresas de previdência privada. Embora os créditos de carbono tenham como objetivo mitigar emissões responsáveis pelo aquecimento global, o setor de seguros não figura entre os maiores poluidores.

Em março de 2025, a CNSeg acionou o STF, alegando que a norma viola princípios constitucionais como a liberdade econômica, a livre iniciativa e a concorrência. O relator do caso, ministro Flávio Dino, votou pela inconstitucionalidade da emenda em dezembro.

Para Dino, ficou evidente que o objetivo central da medida era “alavancar o mercado de crédito de carbono”. Em seu voto, o ministro afirmou que o Congresso optou por impor ao setor de seguros e previdência privada a obrigação de investir nesses créditos por razões econômicas, e não ambientais.

“A escolha dos destinatários da norma não foi em virtude de responsabilidade por danos, mas em razão de possuírem vasta reserva financeira, caracterizada pela liquidez e que está sujeita a regulação pelo poder público”, afirmou Dino. Segundo ele, “em virtude disso, [as empresas de seguro e previdência privada] foram selecionadas para alavancar o mercado de crédito de carbono”.

O ministro também concluiu que houve violação ao princípio do poluidor-pagador. “Reputo violado o princípio do poluidor-pagador, pois o ônus da política ambiental não recai verdadeiramente sobre quem mais emite gases de efeito estufa”, escreveu. O julgamento virtual do caso está previsto para se encerrar em 6 de fevereiro.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Polícia destrói 4,5 mil pés de maconha em Centro Novo e Centro do Guilherme


 Quatro roças de maconha, com cerca de 4,5 mil pés, foram localizadas e destruídas pela Polícia Militar nos municípios de Centro Novo e Centro do Guilherme. A plantação ocupava uma área superior a 1 hectare e poderia resultar em aproximadamente 1,5 tonelada de maconha.

A incineração e a erradicação do plantio foram realizadas por equipes da ROTAM, CHOQUE, BOPE, Cavalaria e demais unidades do Comando de Missões Especiais da PMMA, com apoio do Centro Tático Aéreo (CTA). A ação integra a operação da Rede Nacional de Operações Ostensivas e Especializadas, desenvolvida em parceria com o Ministério da Justiça.

A operação foi deflagrada nesta quinta-feira(20), e as equipes permanecem na região por tempo indeterminado, realizando incursões e monitoramento para impedir o retorno do cultivo ilegal.

Neste ano, até outubro, as apreensões de drogas pelas forças de segurança do Maranhão já ultrapassam 4 toneladas.

Professor preso no PI suspeito de abusar de mais de 240 crianças e adolescentes no MA já tinha sido detido por importunação sexual


 O professor que foi preso no Piauí manhã desta quarta-feira (21), suspeito de abusar sexualmente 244 crianças e adolescentes na cidade Tuntum interior do Maranhão, já tinha sido preso no ano passado, por importunação sexual dentro de uma escola pública da rede municipal, em que dava aula.

g1 optou por não divulgar a identidade do professor e o nome da escola para preservar as vítimas. A defesa do suspeito ainda não foi localizada.

A primeira prisão do professor foi realizada em 16 de maio de 2025, após uma aluna denunciar na direção da escola que o professor, de 52 anos, havia praticado atos libidinosos contra ela. A vítima relatou que o docente se aproveitava de sua posição para praticar assédio nas dependências da instituição.

Após tomar conhecimento do caso, o diretor da escola, que também é comandante do Corpo de Bombeiros da cidade, deu voz de prisão ao professor e acionou a polícia, que conduziu o suspeito à delegacia.

Com a prisão do professor, dezenas de outros alunos procuraram a delegacia para formalizar denúncias de abusos que teriam sido cometidos por ele.

Na época, a Secretaria Municipal de Educação de Tuntum confirmou que estava ciente do caso e que iria colaborar com as investigações. Eles também disseram que dariam apoio à vítima.

Leia, abaixo, a nota divulgada pela secretaria, logo após a prisão do professor em maio de 2025.

Banco Central decreta liquidação do Will Bank, banco digital do Master


 O Banco Central decidiu nesta quarta-feira (21) decretar a liquidação extrajudicial do Will Bank, banco digital pertencente ao grupo Master. A instituição estava desde novembro sob regime de administração especial temporária, medida aplicada quando há indícios de problemas graves, mas ainda existe a possibilidade de recuperação ou venda do ativo. As informações são da Folha de São Paulo.

Segundo o BC, a decisão ocorre "em razão do comprometimento da sua situação econômico-financeira, da sua insolvência e do vínculo de interesse, evidenciado pelo exercício do poder de controle do Banco Master S.A", liquidado em 18 de novembro.

A expectativa inicial do regulador era de que o Will Bank pudesse ser negociado com investidores interessados, o que levou o BC a preservar suas operações quando anunciou, em 18 de novembro, a liquidação do Banco Master. No entanto, as tratativas não avançaram e o prazo máximo de 120 dias do regime especial se aproximava do fim sem uma solução concreta.

A liquidação é adotada quando o Banco Central conclui que a situação de uma instituição financeira é considerada irreversível. Nesse cenário, todas as atividades são interrompidas e o banco é retirado oficialmente do Sistema Financeiro Nacional. Com a medida, também ficam indisponíveis os bens dos controladores e dos ex-administradores da instituição.

Antes mesmo do anúncio oficial, a bandeira Mastercard já havia suspendido a aceitação de transações realizadas com cartões emitidos pelo Will Bank. A decisão ocorreu após operações feitas por clientes não terem sido devidamente liquidadas pelo banco junto aos participantes do arranjo de pagamentos. A iniciativa buscou evitar a ampliação do montante devido pelo Will Bank.

Além da suspensão, a Mastercard executou garantias relacionadas a dívidas do banco digital, passando a deter participações relevantes na varejista de móveis Westwing e no BRB (Banco de Brasília). Essas garantias estavam vinculadas às obrigações financeiras do Will Bank dentro do sistema de pagamentos.

No regime de administração especial temporária, as operações do banco são mantidas, embora seus dirigentes percam o mandato. Já na liquidação, o funcionamento é totalmente encerrado, com impactos diretos para clientes, credores e para o próprio sistema financeiro.

Fundado em 2017 e adquirido pelo grupo Master em 2024, o Will Bank fechou o primeiro semestre com R$ 14,4 bilhões em ativos, prejuízo acumulado de R$ 244,7 milhões e patrimônio líquido em torno de R$ 300 milhões, de acordo com dados do Banco Central. Em setembro, a instituição mantinha R$ 6,5 bilhões em depósitos a prazo e não possuía saldo em depósitos à vista, como contas correntes.

A frustração da venda do Will Bank tende a ampliar as perdas do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). O fundo deverá indenizar até R$ 250 mil por investidor, alcançando cerca de 800 mil pessoas físicas e jurídicas detentoras de CDBs e outros títulos garantidos emitidos pelo grupo Master. O valor total estimado é de R$ 40,6 bilhões, a maior indenização já realizada pelo FGC.

Paralelamente, a crise do grupo Master segue sob investigação policial. Na semana passada, a Polícia Federal deflagrou a segunda fase da Operação Compliance Zero, que apura o uso de fundos de investimento para inflar artificialmente o patrimônio do Banco Master. Essa etapa teve como alvos endereços ligados a Daniel Vorcaro, proprietário do grupo, a familiares e a empresários, entre eles Nelson Tanure e João Carlos Mansur, ex-dono da gestora Reag, também liquidada pelo Banco Central e investigada por suspeitas de ligação com o crime organizado.

Na primeira fase da operação, em novembro, Daniel Vorcaro foi preso sob a acusação de liderar um esquema de criação de carteiras falsas de crédito, que teriam sido usadas para inflar o balanço do Banco Master antes de uma tentativa de venda ao BRB. Ele foi libertado menos de duas semanas depois, mas segue sendo monitorado por meio de tornozeleira eletrônica.

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

PF deflagra operação contra tráfico transnacional de drogas


 A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira, 20/1, a Operação Expurgo, para cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão contra integrantes de organização criminosa que atua no tráfico transnacional de drogas.

São cumpridos 12 mandados de prisão e 24 mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal, nas cidades de Piracicaba/SP, Limeira/SP, Americana/SP, Santa Bárbara d’Oeste/SP, Botucatu/SP, São Paulo/SP e Corumbá/MS.

Alguns dos integrantes da organização criminosa são membros da facção paulista que atua dentro e fora dos presídios. Parte dos envolvidos já estão presos em razão de mandados de prisão preventiva, flagrantes e condenações definitivas por tráfico de drogas anteriores.

A investigação iniciou após prisão em flagrante ocorrida em janeiro de 2025, na cidade de Limeira/SP. Na ocasião foram detidas 15 pessoas e apreendidos aproximadamente 17 Kg de cocaína. Entre as pessoas que transportavam a droga em seu organismo havia dois adolescentes, com documentos falsos, e uma gestante.

A PF apurou que os criminosos traziam a cocaína de Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia. Acondicionada em cápsulas, a droga era ingerida por pessoas que seguiam de ônibus até São Paulo/SP. Dali elas eram levadas de carro para chácaras no interior do estado, onde expeliam a droga, que era distribuída aos pontos de venda.

Moraes autoriza Tarcísio a visitar Bolsonaro na Papudinha


  O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta terça-feira (20) a visita do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, ao ex-presidente preso Jair Bolsonaro, atualmente no presídio da Papudinha, no Distrito Federal. Bolsonaro foi condenado, pelo STF, a 27 anos e três meses por liderar a trama golpista após as eleições de 2022. 

Na decisão, Moraes autoriza Tarcísio a visitar o ex-presidente preso na quinta-feira (22), das 8h às 10h. "Dessa forma, AUTORIZO AS VISITAS requeridas, nos termos da Portaria SEAP/SINJ/DF nº 200, de 11 de julho de 2022: (i) Quinta-feira, dia 22/1/2026, das 8h às 10h: Tarcísio Gomes de Freitas, CPF nº 180.777.838-05; (ii) Quarta-feira, dia 28/1/2026, das 8h às 10h: Diego Torres Dourado, CPF nº 018.523.271-03; e (iii) Quinta-feira, dia 29/1/2026, das 8h às 10h: Bruno Scheid, CPF nº 750.710.022-72", diz o documento. A decisão atende a um pedido dos advogados de defesa de Bolsonaro e destaca que as visitas devem ocorrer sob restrições estabelecidas pelo STF. 

Lula critica Trump e diz que presidente dos EUA "quer governar o mundo" pelas redes sociais


 247 - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou nesta terça-feira (20) a forma de governar do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Para Lula, o chefe da Casa Branca deveria dedicar menos atenção às redes sociais e enfrentar de maneira mais direta os problemas da população dos EUA. 

“Trump quer governar o mundo pelo Twitter, fantástico, será que é possível tratar o povo com respeito sem olhar na cara?”, questionou Lula durante um evento oficial do programa Minha Casa, Minha Vida, em Rio Grande (RS). Ao encerrar o discurso, o presidente Lula voltou a defender a valorização das relações humanas e fez um apelo para que a população se desconecte por mais tempo das redes sociais. “Precisamos recuperar o humanismo”, disse Lula.

segunda-feira, 19 de maio de 2025

Jovem é morta a tiros enquanto amamentava filho de 3 meses em Viana MA.


 Uma jovem de 19 anos foi assassinada a tiros na noite de sábado (18), enquanto amamentava o filho de apenas três meses, em casa, na cidade de Viana, a 220 km de São Luís. A vítima foi identificada como Davylla Carvalho Matos.

Segundo a polícia, o crime aconteceu por volta das 21h, quando um homem invadiu a residência e efetuou vários disparos de arma de fogo contra a jovem. Davylla foi atingida por pelo menos quatro tiros e morreu no local, antes da chegada do socorro. O bebê não ficou ferido.

Moradores da vizinhança relataram ter ouvido os disparos e encontraram a jovem já sem vida. A Polícia Militar foi a primeira a chegar ao local e isolou a área para o trabalho da perícia.

De acordo com as primeiras informações apuradas pela polícia, a vítima tinha passagens pela polícia por envolvimento em crimes, incluindo roubo à mão armada, e mantinha ligações com um grupo criminoso. No entanto, outras hipóteses sobre a motivação do crime também estão sendo investigadas.

Até o momento, ninguém foi preso. A Polícia Civil segue com as investigações para identificar e localizar os responsáveis pelo crime.

sexta-feira, 16 de maio de 2025

POLÍCIA CIVIL PRENDE HOMEM SUSPEITO DE ASSASSINAR INDÍGENA EM GRAJAÚ


 Na tarde desta terça-feira(13), a Polícia Civil do Maranhão conseguiu, elucidar um crime de homicídio ocorrido na tarde da última segunda-feira(12), na cidade de Grajaú. Em menos de 24 horas, os investigadores conseguiram localizar e prender um homem suspeito de matar um indígena da etnia Guajajara, identificado como Alcione de Sousa Guajajara.

De acordo com o 1º Distrito Policial de Grajaú, a vítima estava sentada em um banco próximo ao Terminal Rodoviário, quando foi surpreendida pelo investigado que desferiu um golpe de arma branca na região do peito. A vítima foi socorrida, mas veio a óbito no hospital.

Assim que tomou ciência do crime, equipes policiais realizaram diligências a fim de capturar o investigado, que também é indígena. Nesta tarde, os policiais civis conseguiram localizar e prender o investigado na aldeia Urucu Jurua, situada na cidade Itaipava do Grajaú.

quarta-feira, 27 de setembro de 2023

Bolsonarista que fez live em cadeira de Moraes durante atos golpistas do 8/1 é preso pela Polícia Federal


 247 - A Polícia Federal prendeu na manhã desta quarta-feira (27) o bolsonarista Aildo Francisco Lima, que realizou uma transmissão ao vivo sentado na cadeira do ministro Alexandre de Moraes durante a invasão e depredação do prédio do Supremo Tribunal Federal (STF) durante os atos terroristas do dia 8 de janeiro. A prisão foi efetuada no âmbito da 17ª fase da Operação Lesa Pátria.

Ao todo, os agentes estão cumprindo três mandados de prisão e dez mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Goiás. Além de Lima, Basília Batista, que já havia sido detida no dia dos atos golpistas, foi novamente presa em São Paulo. 

Os alvos desta nova fase da operação são investigados pelos possíveis crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime, destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido.