Mas a Corregedoria Geral do Sistema de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM) abriu, nesta terça-feira (20), um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) para apurar um vídeo que mostra o delegado da Polícia Civil, Daniel Trindade, agredindo detentos com um pedaço de madeira. As imagens foram divulgadas em redes sociais e por meio de aplicativo de mensagens. O uso da ‘palmatória’, em sua opinião, é um erro ou pode ajudar a por ordem nas prisões, visto que os presos ficam com as mãos e pés inchados?
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
Assistam ao vídeo!!! Delegado usa palmatória para por ordem em delegacia... ele está errado
Mas a Corregedoria Geral do Sistema de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM) abriu, nesta terça-feira (20), um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) para apurar um vídeo que mostra o delegado da Polícia Civil, Daniel Trindade, agredindo detentos com um pedaço de madeira. As imagens foram divulgadas em redes sociais e por meio de aplicativo de mensagens. O uso da ‘palmatória’, em sua opinião, é um erro ou pode ajudar a por ordem nas prisões, visto que os presos ficam com as mãos e pés inchados?
Polícia prende dois em flagrante por tráfico de drogas em São Luís
A Polícia Civil do Maranhão prendeu em flagrante nesta quarta-feira (21) Marcelo Nastali Coelho Rodrigues e sua esposa, Araci Silva Baima, no terminal de passageiros da Estação Ferroviária do Anjo da Guarda, em São Luís. O casal transportava 75 quilos de maconha vinda de Paragominas (PA) em duas malas de viagens.
Marcelo e a esposa são maranhenses, mas estavam morando no Pará desde que foi expedido um mandado de prisão contra ele por assaltos cometidos no estado.
Um fato que chamou a atenção da polícia, que já estava monitorando a dupla, é que a droga prensada estava disposta na mala sem nenhuma proteção, exalando um forte cheiro.
Com a prisão em flagrante, Marcelo será enviado para o Complexo Penitenciário de Pedrinhas e responderá pelos dois crimes, assalto e tráfico de drogas. Araci também irá para a ala feminina do complexo e responderá por tráfico de drogas.
terça-feira, 20 de outubro de 2015
Operação “Asfalto Decente” resgata 58 trabalhadores de condições análogas às de escravo
O Ministério Público do Trabalho no Maranhão (MPT-MA), a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE) e a Polícia Federal resgataram 58 trabalhadores de condições análogas às de escravo durante a operação “Asfalto Decente”, realizada de 8 a 16 de outubro, na região metropolitana de São Luís. Os operários são funcionários da Central Engenharia – empresa responsável pela pavimentação asfáltica da capital maranhense.
O resgate
Os 58 trabalhadores estavam em condições degradantes no alojamento da Vila Canaã, no município de Paço do Lumiar. Eles dormiam em redes com menos de um metro de distância umas das outras. Sem espaço nos quartos, alguns operários utilizavam caminhões e galpões abertos como dormitório, ficando expostos à poeira, ao frio e outras intempéries.
Os quartos não tinham janelas, apenas elementos vasados, o que comprometia a ventilação e o conforto térmico. No banheiro, além da completa falta de higiene, existiam apenas dois vasos sanitários e um chuveiro para atender os 58 operários. Muitos recorriam ao mato para fazer as necessidades fisiológicas.
A água para consumo no alojamento e nas frentes de trabalho não era potável. Foi constatado o uso de copos coletivos pelos trabalhadores, o que configura outra grave irregularidade trabalhista. Num dos dormitórios, a equipe de fiscalização encontrou um fogão com botijão de gás, o que também é proibido.
Alguns trabalhadores dormiam no refeitório improvisado, em meio a diversos materiais de construção. Nas frentes de trabalho, os operários comiam no chão e nas calçadas das ruas. “O que percebemos foi o total descaso e falta de respeito com a dignidade desses homens”, lamentou a procuradora do MPT-MA à frente do caso, Virgínia de Azevedo Neves.
Como a empresa não fornecia equipamentos de proteção individual adequados, a saúde dos trabalhadores foi colocada em risco. “A atividade de pavimentação asfáltica é altamente tóxica. Os operários estavam expostos a gases nocivos, capazes de causar vários tipos de câncer”, lembrou a procuradora.
Além do alojamento, as equipes estiveram nas duas usinas de asfalto da Central Engenharia na Vila Canaã e na Vila Maranhão (área Itaqui-Bacanga). Em agosto, as fábricas tinham sido interditadas por falta de segurança. No mês seguinte, um perito do MPT-MA esteve numa das usinas e constatou que ela funcionava durante a noite, como forma de burlar as ações fiscais.
Com a operação “Asfalto Decente”, a interdição das duas usinas foi mantida e outros quatro autos de interdição foram lavrados, paralisando todas as frentes de trabalho da empresa em São Luís, e proibindo o uso da máquina de bloquetes, da furadeira de bancada, do conjunto moto esmeril e do bebedouro do alojamento.
Em face das irregularidades encontradas nos alojamentos e nas fábricas de asfalto, além das seis interdições, foram lavrados 61 autos de infração. Segundo a equipe de auditores fiscais do trabalho, os operários estavam sendo transportados na carroceria de caçambas, junto com o asfalto e/ou pinche, o que motivou a paralização de todas as frentes de trabalho da Central Engenharia.
Acidente
Um operador de máquinas sofreu um grave acidente de trabalho no mês passado. Ele quebrou o braço e feriu a mão, após manipular o compressor de ar. Há ainda relatos de trabalhadores que sofreram choques elétricos no acionamento das máquinas das usinas.
De acordo com a procuradora Virgínia Neves, a Central Engenharia será processada, bem como o município de São Luís. O órgão vai ajuizar, nos próximos dias, uma ação civil pública, cobrando a punição dos responsáveis e o pagamento de indenização por dano moral coletivo. “O caso é muito grave. A empresa estava completamente irregular e o município tinha o dever legal de fiscalizar essa prestação de serviços”, explica ela.
Após o resgate, a Central Engenharia pagou R$ 374 mil em verbas rescisórias aos trabalhadores. Segundo a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego, dos 58 resgatados, 50 não tinham a carteira de trabalho assinada. No entanto, segundo as investigações, 120 operários da empresa trabalhavam sem registro formal tanto nas usinas de asfalto quanto nas ruas de São Luís.
Os operários resgatados terão direito a três meses de seguro-desemprego, 13º salário e férias proporcionais, além do saldo de salário.
Presos comem fígado de rival assado em Pedrinhas denúncia promotor
Um desentendimento entre seis integrantes de uma facção criminosa acaba com um deles sentenciado à morte. O condenado é torturado, morto a facadas, esquartejado e tem o fígado assado e servido em um banquete aos seus algozes. O ritual canibalístico digno de filme de terror ocorreu no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís, e foi denunciado à Justiça pelo promotor Gilberto Câmara Júnior, da 12ª Promotoria de Justiça de Substituição Plena.
Na ação, consta que os fatos aconteceram em dezembro de 2013, na Cela 1, Bloco C do Presídio São Luís 2 (PSL 2), uma das oito casas que formam o Complexo Penitenciário de Pedrinhas. A unidade abriga presos que cumprem penas pelos crimes em regime fechado.
O caso macabro só veio à tona porque uma autoridade policial (não-identificada no processo) que investigava homicídios em presídios encontrou uma "testemunha-chave" que revelou o crime após ter sido transferida da unidade prisional.
Segundo o promotor, a vítima, identificada como Edson Carlos Mesquita da Silva, teve o corpo dividido em 59 fragmentos. O estado dos restos mortais ficou tão drástico que a identificação só foi possível por causa de uma tatuagem.
"Foi reconhecido por seu cunhado, em razão de uma tatuagem que a vítima possuía cuja inscrição homenageava a sua filha: 'Vitória razão do meu viver'", explica Câmara Júnior. A identidade foi confirmada posteriormente por certidão de óbito, laudo de exame cadavérico e laudo de exame em local de morte violenta.
O Ministério Público aponta como autores do crime Rones Lopes da Silva, o Rony Boy; Geovane Sousa Palhano, o Bacabal; Enilson Vando Matos Pereira, o Matias; e Samyro Rocha de Souza, o Satanás. Também participaram dois homens não-identificados, que constam nos autos como "Indivíduo X" e Bruno, além de Joelson da Silva Moreira, o Índio, que já está morto.
Fígado
Executores e vítima eram integrantes de uma mesma facção, dissidente de outro grupo criminoso. Edson teria se desentendido com Indivíduo X após ter ofendido Rony Boy, um dos líderes do grupo, que está preso em um presídio federal.
Executores e vítima eram integrantes de uma mesma facção, dissidente de outro grupo criminoso. Edson teria se desentendido com Indivíduo X após ter ofendido Rony Boy, um dos líderes do grupo, que está preso em um presídio federal.
Por causa da ofensa, Bacabal e Índio amarraram e torturaram a vítima por horas. Matias interveio e ligou para Rony Boy, que decidiu que Edson deveria ser morto por Indivíduo X, com quem se desentendeu, e entregue à direção do presídio.
Indivíduo X, Bacabal, Índio e Samyro Rocha de Souza, o Satanás, mataram a vítima a facadas. No dia seguinte, Bacabal decidiu que não entregaria o corpo à direção e o esquartejaria, livrando-se dos restos mortais.
Após dividirem o corpo em 59 partes, o trio jogou sal no cadáver para retardar a decomposição da carne e disfarçar o odor, depositando os restos mortais em sacos plásticos em lixeiras espalhadas.
O fígado foi retirado, assado em fogo na brasa e ingeridos pelos três, que também enviaram pedaços a outros presidiários. Para evitar delações, os integrantes da facção se mudaram das celas dos fundos para os xadrezes da frente, próximo ao portão de acesso.
Lei do Silêncio
Os autores foram acusados por homicídio qualificado por motivo torpe e por meios que dificultaram a defesa da vítima (vantagem numérica), tortura e destruição e vilipêndio de cadáver. "Considerando o imoral inconformismo dos agentes, que diante deste fato, agiram de forma sórdida e repugnante", justifica Câmara.
Os autores foram acusados por homicídio qualificado por motivo torpe e por meios que dificultaram a defesa da vítima (vantagem numérica), tortura e destruição e vilipêndio de cadáver. "Considerando o imoral inconformismo dos agentes, que diante deste fato, agiram de forma sórdida e repugnante", justifica Câmara.
O promotor afirma que pelo menos dois outros casos de canibalismo estão confirmados e têm investigações em andamento. Ele explica que a "Lei do Silêncio" que impera nos presídios dificulta que crimes do tipo sejam descobertos pelas autoridades.
"As investigações foram iniciadas com o intuito de identificar testemunhas que pudessem esclarecer os motivos do fatídico, porém, a Lei do Silêncio que impera dentro do presídio, cujos detentos se mantém receosos ante represálias de facções criminosas atuantes dentro do sistema prisional, é um fator dificultador", explica Câmara Júnior.
ONU
O Complexo Penitenciário de Pedrinhas passou por uma vistoria do Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) em agosto deste ano. O relator especial sobre tortura e outros tratamentos ou penas cruéis, desumanos ou degradantes, Juan Méndez, afirmou haver alto grau de tortura a presos no país.
O Complexo Penitenciário de Pedrinhas passou por uma vistoria do Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) em agosto deste ano. O relator especial sobre tortura e outros tratamentos ou penas cruéis, desumanos ou degradantes, Juan Méndez, afirmou haver alto grau de tortura a presos no país.
No início de 2014, a ONU pediu que o Brasil apurasse as recentes violações de direitos humanos e os atos de violência que ocorreram nos presídios do Maranhão, em especial no Complexo de Pedrinhas. Em comentário sobre a situação, o Alto-Comissariado de Direitos Humanos da ONU expressou preocupação com imagens divulgadas pelo jornal "Folha de S.Paulo", que mostraram presos decapitados dentro da penitenciária.
A ONU acrescentou que ficou "perturbada" com o relatório do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) divulgado em dezembro de 2013, que apontou 59 presos foram mortos dentro desse presídio, devido a uma série de rebeliões e confrontos entre facções criminosas.
Prefeito de Anajatuba é preso pela PF por desvio de recursos da Educação
A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã de hoje (20), a Operação Attalea, de combate a desvios de recursos públicos da Educação no município de Anajatuba (a 130 quilômetros de São Luís). O prefeito Helder Lopes Aragão (PMDB), de 55 anos, está entre os presos. No total, serão cumpridos 8 mandados de prisão, uma condução coercitiva e três mandados de cumprimento de medidas cautelares diversas, em Anajatuba e em São Luís. O empresário Fabiano de Carvalho Bezerra, dono de “empresas de fachada” que atuavam na prefeitura, e uma mulher identificada como Natasha (ex-namorada de Fabiano), também foram presos. Fabiano seria responsável pelas empresas A4, Construir, RR Serviços e MR Serviços, que fecharam contratos de quase R$ 10 milhões com a prefeitura sem que os serviços fossem realizados.
A operação da Polícia Federal conta com o apoio do Ministério Público Federal e do Estadual.
Segundo a PF, a operação pretende “desarticular uma quadrilha que atuava na prefeitura de Anajatuba/MA, fraudando processos licitatórios e desviando recursos públicos federais do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) e do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), por meio da contratação de ‘empresas de fachada’. Entre os investigados estão o atual prefeito, secretários municipais, servidores da prefeitura e empresários”.
De acordo com a PF, as investigações tiveram início em 2014 e constataram que tanto as fraudes nos procedimentos licitatórios como o pagamento de valores só eram possíveis mediante a corrupção de membros da Comissão Permanente de Licitação (CPL) da prefeitura, de secretários municipais e do prefeito.
Fraudes no Educacenso (banco de dados do Ministério da Educação e Cultura) também estão sendo investigado pela operação da PF, por envolver cadastros do Programa Bolsa Família, na tentativa de aumentar o número de alunos “matriculados” nas escolas e, consequentemente, os repasses do Fundeb e do FNDE ao município de Anajatuba.
Os envolvidos responderão pelos crimes de desvio de recursos públicos (art. 1º do DL 201/67), organização criminosa, fraude em licitações (art. 90 da lei 8666/93), lavagem de dinheiro, peculato, corrupção ativa e passiva, entre outros crimes, na medida de sua participação.
O nome da operação da PF, Attalea, é referente à palmeira “Attalea Maripa”, cujo fruto é o anajá. Anajatuba vem do nome indígena “abundância de anajás”, por ser uma planta comum no município.
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
É a violência não para em São Luís: Onze são mortos no final de semana
Os fins de semana na Ilha continuam violentos. Neste último, pelo menos onze pessoas tiveram a vida ceifadas violentamente na chamada região metropolitana de São Luís.
Na sexta-feira, foram dois casos: Ivanildo Silva Coutinho, de 45 anos, presidente de União de Moradores, foi morto em um bar no Tibiri. No Cruzeiro do Anil, Renovato Pinto de Araújo Filho, de 55, foi vítima de latrocínio.
No sábado, um corpo encontrado na Vila Maranhão, sem identificação, deu entrada no Instituto Médico Legal (IML). Houve, ainda, uma suspeita de latrocínio, cuja vítima foi Elias Cunha, de 52 anos.
Além desses, Eduardo Viana Assis Corrêa, de 27 anos, foi assassinado com dois tiros no pescoço, no bairro da Vila Palmeira; Aguinaldo Silva, de 44, foi morto na Vila São Luís; Deuseilson Leite Pereira, de 27, foi baleado no Tibiri; e Wesley Pereira Santarém, de 21, foi morto por três suspeitos no São Cristóvão.
Mais dois homicídios foram registrados nesse domingo. As vítimas foram Jovielson Pereira Sousa, de 42 anos, e João Vítor Almeida, de 23.
Já na madrugada desta segunda-feira (19), quando voltava de festa o motociclista Aguinaldo Mirante dos Santos, 41, foi assassinado por dois suspeitos.
Explosão deixa feridos e destrói vários imóveis no Rio de Janeiro
Uma explosão de grandes proporções em um prédio de dois andares, na Rua São Luiz Gonzaga, esquina da Rua do Exército, em São Cristóvão, perto do Largo da Cancela, na zona norte do Rio, atingiu um restaurante, uma pizzaria, uma farmácia e 11 quitinetes que funcionavam em uma vila no fundo do prédio. Após a explosão, o prédio desabou. Os bombeiros retiraram sete pessoas dos escombros, entre elas uma criança. Todas foram levadas para o Hospital Municipal Souza Aguiar, na área central da cidade. Uma das vítimas já foi liberada.
Após a explosão, houve um incêndio no prédio. O prefeito Eduardo Paes, que está no local, disse que “as cenas são impressionantes”, devido à grande quantidade de ferro retorcido com o impacto da explosão, provocado pelo forte deslocamento de ar. Paes disse ainda que os bombeiros estão seguindo os protocolos de praxe e assim que termine a procura por vítimas, o tráfego começará a ser liberado gradativamente na região.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, a explosão pode ter sido provocada por um vazamento de gás, devido a botijões instalados clandestinamente no local. O impacto da explosão foi tão forte que pôde ser ouvido a mais de dois quilômetros de distância, no bairro vizinho de Benfica. Portas de lojas ficaram destruídas, janelas de prédios da vizinhança tiveram os vidros estilhaçados e janelas de alumínio tiveram a estrutura retorcida.
A prefeitura do Rio, por meio da Companhia de Engenharia de Tráfego interditou o trânsito em toda a região de São Cristóvão. A área está sem luz e escolas públicas não vão funcionar no primeiro turno. As equipes de resgate estão usando cães farejadores para tentar localizar vítimas do desabamento que estejam soterradas.
As lojas em frente ao local também foram atingidas, como uma agência do Bradesco, prédios residenciais e lojas. Hoje, por ser feriado do Dia do Comerciário, o comércio não abre.
Segundo moradores da região, o restaurante que funcionava no prédio, passou por pequena reforma recentemente. O prefeito Eduardo Paes disse que foi informado pela Companhia de Gás do Rio que o prédio não é abastecido por gás de rua, o que indica que o local tinha botijões. “É mais provável que seja uma explosão de gás, mas a gente precisa levantar isso com calma. São dados que ainda estamos levantando”, comentou.
Paes acrescentou que a prefeitura vai ajudar as vítimas da explosão e que as equipes da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social já estão no local para prestar qualquer auxílio que for necessário. Vamos aguardar ao longo do dia quais são as reais necessidades dessas pessoas. Demos sorte na questão da mobilidade, porque como hoje é feriado do comerciário nós vamos ter um movimento menor nas ruas”.
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
Estudante é esfaqueada por três no Olho D’Água
Uma estudante de 17 anos identificada como Milena Coelho de Nascimento foi gravemente ferida após ser esfaqueada por dois homens e uma mulher na divisa dos bairros Divinéia e Olho D’Água, em São Luís.
O crime aconteceu nas proximidades do Centro de Ensino Vinícius de Moraes. A vítima foi socorrida por populares e levada para a Unidade de Pronto Atendimento do Araçagi (UPA) e posteriormente encaminhada para o Hospital Djalma Marques (Socorrão I). Devido à gravidade dos ferimentos ela já foi transferida para o Hospital Carlos Macieira.
54 dos 337 presos liberados no Dia das Crianças não voltaram
A juíza Ana Maria Almeida Vieira, titular da 1ª Vara de Execuções Penais e corregedora dos presídios, informou na manhã de hoje (16) que 54 dos 337 presos do Complexo Prisional de Pedrinhas beneficiados com a saída temporária do Dia das Crianças (12 de outubro) não voltaram para o sistema penitenciário. O total dos presos que não regressaram representa 17% dos que saíram.
Os presos saíram na sexta-feira (9) e deveriam ter regressado ao sistema ontem (quinta-feira, 15).
A juíza afirmou que os presos que não voltaram já são considerados foragidos da Justiça.
Eles serão punidos com a regressão do regime e a suspensão de eventuais benefícios.
quinta-feira, 15 de outubro de 2015
Adolescente de 17 anos mata o próprio pai a facadas em Zé Doca
Uma adolescente de 17 anos matou o próprio pai a facadas, na noite de quarta-feira (14), em Zé Doca, a 300 km de São Luís. Segundo a Polícia Civil, o caso está sendo tratado inicialmente como legítima defesa.
O delegado Henrique Mesquita, da Delegacia Regional de Zé Doca, contou que a jovem afirmou, em depoimento à polícia, que o pai, de 39 anos, costumava chegar bêbado em casa e agredir a família. Na noite de quarta-feira, ele teria entrado na residência ameaçando esfaquear os filhos.
“Ele já tinha histórico de violência, bebia e se tornava agressivo. Ele queria entrar em casa, disse que queria matar o garoto de quatro anos. A mais velha defendeu os irmãos, agiu em legítima defesa própria e de terceiros, muito embora tenha sido contra o próprio pai. Na situação difícil, ela agiu em defesa do irmão, que é uma criança indefesa”, contou Mesquita.
A adolescente disse que ela e os dois irmãos, que têm 15 e 4 anos, correram e se trancaram em um dos quartos. O homem conseguiu arrombar a porta e partiu para cima da filha mais velha, que conseguiu derrubá-lo, tomar a faca e desferir dois golpes nas costas e mais dois no abdômen do pai. A versão foi confirmada à polícia pelo irmão adolescente.
“Era um elemento bastante instável, pai de família, trabalhador, mas quando bebia, se transformava. A mãe estava viajando a serviço para outro Estado e, quando ela viajava, ele ficava com ciúmes, bebia, ficava agressivo e descontava nas crianças. Ele já tinha um histórico de beber e esfaquear os outros, inclusive em uma festa, há um tempo atrás, cometeu uma lesão corporal. A gente vai continuar as investigações”, acrescentou o delegado.
A jovem foi ouvida e liberada. Ela está sob a responsabilidade do Conselho Tutelar de Zé Doca.
Tesoureiro de banco é sequestrado e família é feita refém no Maranhão
O tesoureiro de uma agência do Banco
do Brasil, no município de Presidente Dutra (a 347 km de São Luís), localizado
na região centro-leste do Maranhão, foi sequestrado na noite dessa
quarta-feira (14), e teve a família feita de refém, segundo informações do 18º
Batalhão da Polícia Militar (BPM).
De acordo com informações da polícia,
era por volta das 21h30, quando quatro homens abordaram o funcionário do banco
no momento em que ele chegava em casa. Dentro da residência estavam a esposa e
o filho da vítima, que foram levados para um cômodo.
Vizinhos viram a movimentação e
acionaram a polícia. Um cerco chegou a ser formado pelo 18º BPM e equipes de
reforço de cidades vizinhas, mas os suspeitos conseguiram fugir levando o
tesoureiro e uma criança como reféns.
Sem sucesso na ação e nervosos com o
cerco formado pela polícia para capturá-los, os criminosos libertaram os reféns
por volta das 23h, no povoado Creoli da cidade de Graça Aranha (MA), a
aproximadamente 36,4 km de distância de Presidente Dutra.
O carro em que estavam, uma
caminhonete modelo SW4 de cor preta, apresentou problemas durante a fuga e foi
abandonada pelos sequestradores, que fugiram pela mata.
Ninguém ficou ferido, nada foi levado
da vítima e a polícia ainda está à procura dos suspeitos.
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
MPF recorre contra revogação da prisão de ex-prefeita no Maranhão
O Ministério Público Federal do Maranhão (MPF-MA) recorreu da decisão do juiz federal Magno Linhares, da 2ª Vara da Justiça Federal, que revogou a prisão preventiva da ex-prefeita de Bom Jardim (MA), Lidiane Leite da Silva (sem partido), substituindo-a por medidas cautelares. Na ação, o procurador Galtiênio da Cruz Paulino pede à Justiça Federal a reconsideração da decisão.
Lidiane é investigada pela Operação Éden, da Polícia Federal, por comandar – com o ex-marido e secretário de Assuntos Político, Humberto Dantas dos Santos (Beto Rocha), e o ex-secretário de Agricultura, Antonio Cesarino – um esquema de desvios de R$ 15 milhões dos recursos destinados à educação no município do interior do Maranhão.
Galtiênio Paulino contesta alguns pontos da decisão que liberou a ex-gestora, como a alegação de que ela não poderia interferir a instrução processual por não estar mais no comando do município, conforme afirmou em entrevista ao G1 na manhã desta quarta-feira (14). Ele acredita que ela possa coagir testemunhas por causa do poder político e econômico do grupo ao qual está ligada. “Ela pode vir a atrapalhar nos futuros inquéritos”, diz.
Apresentação espontânea
A espontaneidade da apresentação da ex-prefeita também é questionada pelo MPF-MA. “Ela sabia que não iria para a prisão. Ela só se entregou porque sabia que seria recolhida para o Corpo de Bombeiros”, explica o procurador
A espontaneidade da apresentação da ex-prefeita também é questionada pelo MPF-MA. “Ela sabia que não iria para a prisão. Ela só se entregou porque sabia que seria recolhida para o Corpo de Bombeiros”, explica o procurador
Segundo Paulino, por não possuir curso superior e estar afastada do comando de Bom Jardim, ela deveria ter sido encaminhada para o Complexo Penitenciário de Pedrinhas ou qualquer outro estabelecimento penal do Estado. A integridade física da ex-prefeita, motivo alegado pela defesa para que ela fosse levada para o quartel do Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão (CBM-MA), deve ser garantida assim como a qualquer outro cidadão comum, conforme destaca o procurador.
Enquanto estava recolhida no CBM-MA, o MPF-MA havia pedido ao juiz da 2ª Vara do Tribunal Regional Federal (TRF) José Magno Linhares que reconsiderasse a decisão por entender que ela estava tendo regalias as quais não teria direito.
Falta de denúncia contra Lidiane
Paulino explicou também ao G1 que o MPF-MA ainda não teve acesso aos autos do inquérito que investiga Lidiane Leite, porque tramitavam na instância superior, ou seja, no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), o que deve acontecer nos próximos dias. Com isso, falta denúncia mesmo com o inquérito já concluído.
Paulino explicou também ao G1 que o MPF-MA ainda não teve acesso aos autos do inquérito que investiga Lidiane Leite, porque tramitavam na instância superior, ou seja, no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), o que deve acontecer nos próximos dias. Com isso, falta denúncia mesmo com o inquérito já concluído.
Esse havia um dos motivos que levaram à decisão do juiz federal Magno Linhares. “Falta o Ministério Público oferecer a denúncia. Após a denúncia, tem um prazo de defesa prévia e inicia-se prontamente a ação penal”, disse o magistrado no último dia 9.
Tornozeleira eletrônica
Após 11 dias presa, a ex-prefeita de Bom Jardim, Lidiane Leite da Silva, de 25 anos, foi solta, na tarde do último dia 9 de outubro, após ter obtido na Justiça Federal a revogação da prisão preventiva.
Após 11 dias presa, a ex-prefeita de Bom Jardim, Lidiane Leite da Silva, de 25 anos, foi solta, na tarde do último dia 9 de outubro, após ter obtido na Justiça Federal a revogação da prisão preventiva.
terça-feira, 13 de outubro de 2015
Oito pessoas baleadas em tiroteio na Madre de Deus
Oito pessoas foram baleadas por bandidos que efetuaram disparos na rua São Pedro, no bairro da Madre de Deus na noite do feriado dessa segunda-feira, dia 12.
A polícia trabalha com a hipótese de que o tiroteio tenha sido motivado por conflito entre facções criminosas.
As vítimas foram Diego Costa Lima, 15 anos; Geovane Ramos Santos, de nove; Luís Henrique Pereira Conceição, de 22; Talison Domingos de Oliveira, de 16; Marcos Vinícius Cunha, de 21; Marcilene germana Borges Miranda, de 18; Any Gláucia Assunção da Conceição, de 18; Francisco de Assis Santos Barata, de 55.
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