terça-feira, 19 de julho de 2016

ODEBRECHT RECUPERA DADOS COM PROVAS DE PROPINA


247 – A Odebrecht garantiu ao Ministério Público Federal que vai entregar em breve seus arquivos digitais que provam o pagamento de propina a políticos e autoridades, recuperados num servidor reserva na Suíça. A apresentação das provas deve garantir o acordo de delação premiada na Lava Jato com a maior empreiteira do país, segundo reportagem de Jailton de Carvalho.
Os arquivos digitais pertenciam ao chamado Setor de Operações Estruturadas e foram apagados durante as investigações. No entanto, o depoimento do técnico de informática Camilo Gornati, responsável pela manutenção do programa de controle de pagamentos de propina, revelou a existência de um servidor reserva na Suíça que armazenava uma cópia de todos os detalhes de transações ilícitas. O sistema funcionou ativamente até o fim de maio de 2016.
Com os dados, a Odebrecht passa na frente da OAS na negociação, com provas contra políticos que ainda não tinham sido envolvidos no esquema até agora.

Dados do sistema “Drousys”, aos quais a força-tarefa teve acesso, revelaram que a Odebrecht mantinha pelo menos 42 contas no Caribe, que abasteceram 28 offshores com mais de US$ 132 milhões da empreiteira.

Horror em Arari: briga de facão deixa dois mortos e um gravemente ferido


Senas de verdadeiro horror foram registradas na manhã de hoje em Arari a 160 KM de São Luis.
De acordo com informações capitadas em redes sócias, em uma briga de facão na manhã desta terça feira duas pessoas foram mortas e uma outra ficou gravemente ferida com poucas chances de sobreviver, com mostra o vídeo abaixo.
Não temos informações de quais teriam sido os motivos da briga.

Orientamos a não abrir este vídeo caso não tenha nervos fortes.



Justiça do RJ manda bloquear WhatsApp em todo o Brasil


RIO – A juíza de fiscalização da Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro Daniela Barbosa Assunção de Souza determinou a suspensão do serviço do aplicativo de mensagens WhatsApp em todo o Brasil. A magistrada é a mesma que, no ano passado, foi agredida por detentos no batalhão prisional da PM de Benfica. Esta é a terceira vez que o aplicativo, que pertence ao Facebook, terá de parar de funcionar no país.
As operadoras de telefonia foram notificadas pela Justiça do Rio às 11h30m e precisam suspender imediatamente o uso do serviço. Caso contrário, as empresas ficam sujeitas a uma multa diária de R$ 50 mil.
Segundo a Globo News, a juíza afirma que o Facebook, empresa dona do WhatsApp, foi notificado três vezes sobre a decisão para que fizesse interceptação de mensagens relativas a uma investigação em andamento, em sigilo, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Ainda de acordo com a magistrada, a empresa americana teria se limitado a responder, em inglês, que não arquiva e não copia mensagens compartilhadas entre os usuários.
Esta é a terceira vez que o WhatsApp é bloqueado pela Justiça no Brasil. Em todos os casos, a suspensão foi uma represália da Justiça por a empresa ter se recusado a cumprir determinação de quebrar o sigilo de dados trocados entre investigados criminais.
O primeiro bloqueio foi em dezembro do ano passado e ocorreu a pedido da 1ª Vara Criminal de São Bernardo do Campo, que determinou a suspensão do serviço por 48 horas. A decisão foi derrubada 12 horas depois, quando o próprio WhatsApp impetrou um mandado de segurança pedindo o restabelecimento do serviço.
Houve ainda uma outra tentativa da Justiça de derrubar o serviço, em fevereiro. Da mesma forma, o objetivo era forçar a empresa a colaborar com investigações sobre casos de pedofilia na internet, desta vez da polícia do Piauí. A decisão, porém, foi suspensa pelos desembargadores Raimundo Nonato da Costa Alencar e José Ribamar Oliveira, do Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI), que concederam liminares sustando os efeitos da decisão do juiz Luiz de Moura Correia, da Central de Inquéritos do Poder Judiciário em Teresina, que suspendia o uso do aplicativo WhatsApp em todo o Brasil.
A segunda paralisação do aplicativo ocorreu em maio, por determinação da Justiça de Lagarto, no Sergipe. Na época, a decisão era de que o bate-papo ficasse bloqueado por 72 horas. A medida — proferida em 26 de abril, mas que só chegou às operadoras em 2 de maio — foi ordenada pelo juiz Marcel Montalvão.
Nos dois bloqueios anteriores do serviço, entre os argumentos usados pelos advogados do WhatsApp estava a questão da proporcionalidade, já que a medida afeta milhões de usuários enquanto que os criminosos investigados são apenas alguns.
PRIVACIDADE DE DADOS

A discussão de acesso a dados pessoais de usuários tem ganhado força nos últimos meses. Desde fevereiro, a Apple enfrenta uma batalha judicial contra o FBI, que tenta desbloquear o sistema operacional de um iPhone recuperado de um dos atiradores da chacina em San Bernardino, na Califórnia, no final do ano passado. A empresa se opôs ao objetivo da polícia com os argumento de ameaça à segurança dos usuários.

PF desmonta esquema de fraudes à Previdência Social


A Força-Tarefa Previdenciária – integrada pela Polícia Federal, Previdência e Ministério Público Federal (MPF) – cumpriu na manhã desta terça-feira (19) oito mandados judiciais, sendo seis de busca e apreensão e dois de condução coercitiva, em São Luís (MA). As investigações foram iniciadas após uma prisão em flagrante em 2012, que levou à identificação de um esquema de falsificação de documentos públicos para obtenção de benefícios da Previdência Social com titulares virtuais.
A Operação Vultos identificou um prejuízo de R$ 1,9 milhão e pelo menos 36 benefícios de amparo social ao idoso com endereço e CPF de titulares constavam na residência de um advogado especialista em causas previdenciárias. De acordo com a Polícia Federal, a filha do advogado é uma das titulares de pensão por morte obtida de forma fraudulenta.

Vinte e oito policiais federais e dois servidores da área de Inteligência da Previdência Social participaram da operação. O nome da operação faz uma alusão a titulares de benefícios, que são pessoas fictícias.

segunda-feira, 18 de julho de 2016

11 presos driblam segurança e fogem da Delegacia de Grajaú


A Delegacia de Polícia Civil de Grajaú registrou na madrugada desta segunda-feira (18) mais uma fuga de presos.
Ao todo, onze detentos que estavam no local conseguiram escapar depois de fazerem um buraco na parede de uma das celas e terem acesso à área do banho de sol. Ao que tufo indica eles teriam usado amarras conhecidas como ‘teresas’ para então escalarem o muro da delegacia.
Esta não é a primeira fuga registrada no DP. Em maio deste ano, sete presos fizeram um buraco no teto e fugiram sem serem percebidos pelos agentes. Em dezembro do ano passado, oito detentos fugiram da mesma delegacia porém a Secretaria de Segurança Pública (SSP) não esclareceu em que circunstância ocorreu a fuga e nem se houve facilitação na ação empreendida pelos presos.
A Justiça já determinou que o prédio da Delegacia de Grajaú seja reformado devido às péssimas condições. Mas até o momento o local ainda está com estrutura precária o que facilita a fuga dos encarcerados.

A SSP, através da Superintendência de Polícia Civil do Interior (SPCI)  divulgou a lista com o nome de 10 dos 11 foragidos. Veja-a abaixo:

Jovem é assinado com 15 facadas em área de mangue


Por Nelson Melo

No fim da manhã desta segunda-feira (18), ocorreu um assassinato brutal na Vila São Luís, na região do Anjo da Guarda, no eixo Itaqui-Bacanga, por volta das 11h. Um jovem de 18 anos, de nome Paulo José Paiva, o “Paulinho”, foi morto com ao menos 15 facadas, sendo 12 somente nas costas, por um grupo de suspeitos. Segundo a Polícia Civil, ele, após ser golpeado, caiu já sem vida em uma área de mangue.
A vítima havia saído de casa, na Mauro Fecury, na Quadra 14, e seguido para a Vila São Luís, onde cerca de 10 homens o cercaram e começaram a esfaqueá-lo. Um deles, segundo o delegado Walter Wanderley, titular do 5º Distrito Policial (DP), Anjo da Guarda, teria atuado como “olheiro”, comunicando os demais sobre o surgimento de “Paulinho” na localidade. O alvo dos criminosos, conforme a fonte, ainda teria corrido, embora ferido, mas não resistiu quando chegou ao mangue.
Segundo o delegado Walter Wanderley, Paulo Paiva estava sendo procurado pela polícia por conta da prática de diversos assaltos a ônibus naquela região. No dia 29 de dezembro do ano passado, por exemplo, ele teria atacado um homem, em um coletivo da linha Alto da Esperança, levando seus pertences. Um dos comparsas dele, de acordo com o delegado Walter, seria “Kikito”, que permanece foragido.
SUSPEITO PRESO

Praticamente poucos instantes depois do achado cadavérico, policiais do 5º DP e militares do 1º Batalhão de Polícia Militar (BPM) detiveram Wellington Reis Silva, que pode ter sido o “vigia”, avisando aos comparsas sobre presença de “Paulinho” na Vila São Luís.

Foragido da Justiça pelo estupro de duas crianças é recapturado na casa da mãe das vítimas


Na noite deste domingo (17), um casal foi preso, em flagrante, na cidade de Santa Luzia do Paruá por policiais militares e civis. De acordo com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP), o homem foi identificado como Lucas Lopes Costa Ferreira, de 20 anos, e a mulher como Francisca das Chagas Bezerra dos Santos, de 24 anos.
Lucas tem passagem pela polícia pelo crime de estupro de vulnerável das duas filhas de Francisca, uma criança de 7 e outra de 8 anos, estava foragido da polícia. O fato que chamou a atenção dos policiais é que Francisca e Lucas mantinham um relacionamento e é mãe das duas crianças que foram vítimas de Lucas.

Na residência em que foram detidos, a polícia também encontrou um pequena quantidade de crack. Os dois foram encaminhados à Delegacia de Santa Luzia do Paruá para serem ouvidos pelo delegado de plantão.

Polícia Civil desarticula quadrilha de roubo de cargas no Maranhão


Uma operação realizada pela Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), em parceria com a Delegacia Regional de Barra do Corda desarticulou uma organização criminosa especializada em roubo a Carga e que agia nas regiões de Barra do Corda, Tuntum e Presidente Dutra, na noite deste sábado (16).

O grupo criminoso era composto por seis homens identificados como Jarles da Silva Bezerra, Jesmiel da Silva Bezerra, Márcio Lourenço Oliveira Lima, Thalisson Ilque Carvalho de Alcântara, Antônio Crispim de Oliveira e Leonardo Lima Mora. Eles foram presos em flagrante.

A polícia já estava monitorando a quadrilha há seis meses por meio do Departamento de Combate à Roubo de Carga da Seic. Os suspeitos serão levados para para a sede da Seic, onde serão realizados os devidos procedimentos.

Com o grupo, a polícia apreendeu uma carga tipo mercearia que, segundo investigações, teria sido roubada no dia 9 de julho entre as cidades de Presidente Dutra e Barra do Corda. Os policiais apreenderam, ainda, dois revólveres e uma escopeta calibre 12.

domingo, 17 de julho de 2016

Cenas fortes! homem tem corpo destroçado em acidente de mote em Arari


Um grave acidente de moto na BR 222, na tarde deste domingo deixa uma pessoa morta, na cidade de Arari.
De acordo com informações o condutor da moto identificado como Toninho, que ao tentar fazer uma ultrapassagem forçada colidiu de frente de frente com um caminhão que trafegava no sentido contrario, a vitima teve seu corpo destroçado com tamanha violência do choque.





Advogado é vítima de carta-bomba em Goiânia e perde três dedos



O advogado Walmir de Oliveira da Cunha foi vítima de uma carta-bomba na sexta-feira (15) em Goiânia. O profissional perdeu três dedos e foi operado no sábado (16) no Hospital de Urgências de Goiás. Ele não corre risco de morte. Com a explosão, a recepção de seu escritório foi bastante avariada.

"Depois de ir ao escritório, estive no hospital para ter notícias dele. Ele está bem, consciente, mas a mão esquerda sofreu muitos danos. Existe a possibilidade razoável de que ele venha a perdê-la", disse o presidente da seccional goiana da Ordem dos Advogados do Brasil ao G1.

Em nota, a seccional repudiou o ato e informou que o vice-governador e secretário de Segurança Pública, José Eliton de Figuerêdo Júnior, garantiu que o caso será investigado. Segundo o Diário de Goiás, a Polícia Civil está tentando identificar o entregador que levou a encomenda.

A Polícia Militar informou que o mototaxista chegou ao escritório de Walmir às 17h30. A secretária do escritório disse à PM que a carta fazia o barulho igual ao de um relógio. "Walmir de Oliveira da Cunha é um atuante advogado na área do Direito Agrário e sempre se pautou na conduta ética em suas ações", disse a OAB-GO.

O presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Claudio Lamachia, afirmou que a entidade acompanhará as investigações atentamente. "A Ordem dos Advogados do Brasil não admite que advogadas e advogados sofram qualquer tipo de represália ou constrangimento por causa do exercício da advocacia. Não existe Estado Democrático de Direito sem uma advocacia forte, capaz de fazer valer os direitos e garantias dos cidadãos."

Destacou também que a violência contra a advocacia não é algo novo, lembrando do assassinato de um advogado em Santa Catarina no começo deste ano. "É preciso lembrar que a violência contra advogados não se manifesta apenas com agressões físicas. O grampo em conversas telefônicas entre advogados e seus clientes é uma forma violenta de atacar a advocacia e também de afrontar a Constituição."

Leia a nota do Conselho Federal da OAB:

A OAB acompanhará atentamente as investigações até que a origem do ataque seja descoberta e os responsáveis pela agressão sejam punidos de forma exemplar e legítima.

A Ordem dos Advogados do Brasil não admite que advogadas e advogados sofram qualquer tipo de represália ou constrangimento por causa do exercício da advocacia. Não existe Estado Democrático de Direito sem uma advocacia forte, capaz de fazer valer os direitos e garantias dos cidadãos.

Infelizmente, tem sido frequente o registro de violações das prerrogativas profissionais.  A OAB recebe todas as denúncias e auxilia os profissionais a terem garantidas suas prerrogativas.

Neste ano, inclusive, um colega de Santa Catarina que estava trabalhando foi morto por policiais que estavam fora do horário de serviço. A seccional catarinense da
OAB e o Conselho Federal acompanham os desdobramentos do caso para que esse tipo de crime seja exemplarmente punido.

É preciso lembrar que a violência contra advogados não se manifesta apenas com agressões físicas. O grampo em conversas telefônicas entre advogados e seus clientes é uma forma violenta de atacar a advocacia e também de afrontar a Constituição.

Vou repetir à exaustão: respeitar o trabalho dos advogados é essencial para que os direitos e garantias dos cidadãos sejam aplicados de acordo com o que estipula a Constituição. O desrespeito e a violência contra advogados é uma afronta direta à democracia brasileira."

Claudio Lamachia, presidente nacional da OAB

Leia a nota da OAB-GO:

A OAB-GO manifesta profundo repúdio ao atentado contra a vida do advogado Walmir de Oliveira da Cunha, ocorrido nesta sexta-feira (15/07), no qual ele sofreu lesão corporal grave depois de receber um pacote endereçado ao seu nome. Ele não corre risco de morte e está consciente.

Walmir de Oliveira da Cunha é um atuante advogado na área do direito agrário e sempre se pautou na conduta ética em suas ações. A OAB-GO reforça que dará todo o apoio necessário ao advogado.

O presidente da OAB-GO, Lúcio Flávio de Paiva, esteve no local do acidente, juntamente com o diretor-tesoureiro Roberto Serra, e o presidente da Comissão de Direitos e Prerrogativas, Érlon Fernandes, e designou a criação de uma comissão especial para acompanhar o inquérito. Lúcio Flávio, inclusive, está no Hospital de Urgências de Goiás (Hugo) para dar o suporte necessário ao advogado.

A OAB-GO esclarece, ainda, que o presidente da Ordem entrou em contato com o vice-governador e secretário de Segurança Pública, José Eliton, que garantiu pronta, imediata e severa investigação sobre este caso.



Este é um atentado inadmissível à advocacia. A OAB-GO não aceitará esta violência descabida e reafirma que toda a advocacia irá se mobilizar contra este e qualquer tipo de violência. A Ordem não se intimidará diante de quaisquer ameaças que sofrer".

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Delegados da PF são presos na Operação Inversão


Julia Affonso e Fausto Macedo
O Estado de São Paulo

Habituada a prender empresários, doleiros e servidores públicos de vários órgãos públicos por corrupção e fraudes, a Polícia Federal agiu dentro de sua própria casa nesta quinta-feira, 14, ao deflagrar a Operação Inversão que culminou com a prisão de dois agentes da corporação por suspeita de envolvimento em um esquema de propinas na área previdenciária.

Foram presos os delegados da PF Ulisses Francisco Vieira Mendes, ex-chefe da Deleprev, hoje aposentado, Rodrigo Cláudio de Gouvea Leão e Carlos Bastos Valbão, da mesma delegacia.

A Inversão cumpriu 23 mandados de busca e apreensão, 4 de condução coercitiva e 13 de prisão preventiva, todos na capital paulista e na Grande São Paulo.
A pedido da PF, um quarto policial foi afastado preventivamente de suas atividades por ordem da 9.ª Vara Criminal Federal de São Paulo.

O inquérito foi aberto em agosto de 2015. De acordo com a Federal, a corporação foi informada que, após investigação para apurar crimes previdenciários, policiais federais teriam solicitado propina ‘para deixar de agir em desfavor de determinadas pessoas’.



A PF informou que os investigados serão indiciados e responderão, na medida de suas participações, pelos crimes de corrupção ativa e corrupção passiva. Os presos estão na sede da PF em São Paulo, onde permanecerão à disposição da Justiça.

PF combate extração e comércio ilegais de madeira em reservas indígenas


A Polícia Federal, em conjunto com o IBAMA e o Ministério Público, deflagrou nesta manhã (14/7) a Operação Hymenaea*, com o objetivo de combater grupo criminoso ligado à extração e à comercialização de grandes quantidades de madeira ilegal, provenientes da Terra Indígena Caru** e da Reserva Biológica do Gurupi.
Mais de 300 policiais federais, apoiados por servidores do IBAMA e por policiais do BOPE de Brasília e do Rio de Janeiro, estão dando cumprimento a 77 medidas judiciais, sendo 11 mandados de prisão preventiva, 10 mandados de prisão temporária, 56 mandados de busca e apreensão, bem como à suspensão da certificação de 44 empresas madeireiras, nas cidades de São Luís, Imperatriz, Buriticupu, Açailância, Zé Doca, Alto Alegre do Pindaré, Bom Jardim, Governador Nunes Freire, todas no estado do Maranhão. No Rio Grande do Norte: Tibau, Mossoró, Parnamirin e Natal, e em Capuí no estado do Ceará.
A organização criminosa atuava extraindo ilegalmente madeira das reservas indígenas. Esse material era “esquentado” por meio de documentação fraudulenta para o transporte e retirada das áreas protegidas. Um membro da quadrilha era o responsável por emitir documentos destinados a microempresas laranjas, cadastradas como construtoras em pequenas cidades no interior do Rio Grande do Norte. Essa manobra servia para desviar a madeira para receptadores em todo o Nordeste brasileiro.
Os desmatamentos causaram danos ambientais gigantescos no último reduto da floresta amazônica na região nordestina. A organização criminosa fazia o corte seletivo de madeira nobre e espécies ameaçadas de extinção, de forma a acobertar o crime sob a copa das árvores de menor valor monetário. Segundo estimativas, o grupo teria movimentado valores da ordem de R$ 60 milhões.
As autoridades sequestraram mais de R$ 12 milhões de diversas pessoas físicas e jurídicas. Esses valores são provenientes da lavagem do dinheiro auferido com a extração ilegal da madeira.
Os investigados responderão por crimes como participação em organização criminosa, lavagem de capitais, roubo de bens apreendidos, obstar a fiscalização ambiental, desmatamento na Terra Indígena Caru, desmatamento na Reserva Biológica do Gurupi, receptação qualificada, ter em depósito produto de origem vegetal sem licença válida, corrupção ativa, tráfico de influência, dentre outros.

Será concedida entrevista coletiva, às 11h, na delegacia de Polícia Federal, em Imperatriz. Avenida Imperatriz s/n, quadra 10, lote 10 A, Parque Planalto.

Criança leva tiro durante tentativa de assalto na Cohab


Uma tentativa de assalto deixou uma criança e mais dois criminosos baleados, no bairro da Cohab, na manhã desta quinta-feira (14).
Segundo informações repassadas pela assessoria de Comunicação da Secretaria de Segurança Pública (SSP), três assaltantes tentaram roubar celulares em uma loja, mas dois deles acabaram alvejados e presos: Alex Pires Ferreira e Richarlisson Ferreira Correia. Um conseguiu fugir.
O gerente da loja, Marcos Sousa, contou à reportagem da Mirante AM, que eles o obrigaram a colocar celulares dentro de uma mochila. Em seguida, houve troca de tiros entre a polícia e os bandidos, e dois deles foram baleados. A dupla e a criança, alvejada nas pernas, foram socorridos.

Foram apreendidas três armas de fogo e um carro Kia Soul, de placa NWW-0014, utilizado pelos bandidos.