terça-feira, 25 de agosto de 2015

Jornalista brasileira registra "horror" de uma caminhada de duas horas


Jornalista faz experimento e sofre humilhação e assédio por duas horas andando em Teresina. Experiência filmada com câmera escondida estimula a reflexão sobre o machismo de todos os dias

Eram 10h36 de uma manhã de sábado. Teresina, quente, tão quente, que não sei se suei apenas de calor ou de terror. Vestida de uma calça jeans e uma blusa preta, andei só e calada, olhando preocupada, muitas vezes, para os lados e sem o sorriso que pouco antes eu distribuía aos meus colegas de redação (vídeo abaixo).
Duas horas e pelo menos 15 assédios depois sinto bolhas nos pés e dor na alma: o machismo de todo dia, assim, filmado e legendado, parece que expõe mais as vísceras de uma sociedade desigual em gêneros, onde a mulher está vulnerável a assobios, olhares e expressões sussurradas por desconhecidos como “gostosa”, “bundinha” e “delícia”.

O EXPERIMENTO

Tirando o microfone escondido na bolsa, usei o tipo de roupa que eu e milhares de teresinenses (incluindo as mães, filhas e irmãs dos meus assediadores) usamos todos os dias para ir à rua. Meu produtor caminhava à frente, sempre a alguns passos de distância, permitindo me filmar com uma câmera escondida acoplada em sua mochila.

Mesmo acompanhada de um produtor e do motorista que compõem a equipe doO Olho, tive a sensação de leve desamparo por estar “sozinha”, sujeita aos assédios dos quais eu fugia sempre que precisava estar em algum local público, passando por homens.
Meu temor não era motivado por me considerar gostosa, linda e estonteante (porque não sou e porque mesmo uma mulher que é, não merece receber nenhum tipo de agressão verbal e sexual), mas porque basta ser mulher, estar andando sozinha nas ruas, que quase prontamente alguns homens sentem-se no direito de avaliar a forma física e até de fazer convites sexuais.
Lá está você pagando o plano de saúde da sua mãe no Centro da cidade, quando alguém que você nunca viu, e que sequer cruzou os olhos, alheio aos seus problemas e vontades, grita: “Vamos lá em casa delícia?”. Não é um convite, é uma invasão.

A “CARCAÇA” QUE VESTIMOS PARA IR À RUA

Antes de sair à rua, é preciso vestir, além da roupa, um outro acessório, quase invisível, mas essencial se você for mulher: uma expressão fechada, de quem não quer conversa. Nós, mulheres, costumamos mantê-la enquanto temos que perambular por espaços públicos, principalmente se estivermos sozinhas e houverem homens desconhecidos por perto.
É tolhendo pequenas liberdades diárias femininas, inclusive a de sorrir e se vestir como bem entender, que o machismo vai trancando as mulheres em calabouços pisicológicos.
“Não olhe para os lados, evite passar perto de homens, se falarem algo sobre seu corpo, não responda”. Esse não é um ensinamento passado verbalmente de mãe para filha, ou entre amigas. É um comportamento quase intrínseco à quem pertence ao sexo feminino no mundo ocidental. Tanto faz se você está numa pequena e quente capital no Nordeste brasileiro, ou na fria Nova York norte-americana.

AGRESSÃO VERBAL: “B******** GOSTOSA”

É quase meio-dia. Passo por vários homens na porta de um bar e sinto um grande alívio por ter sido apenas olhada, como se passasse por um raio-X de aeroporto, mas sem nenhum comentário verbal.
Mais a frente, ainda degustando uma tranquilidade que eu mal sabia que seria fulgaz, passo por um homem branco de uns 50 anos. Ele fala baixo, mas eu ouço: “b******** gostosa”. Gelo imediatamente, fico com as mãos tensas e tenho vontade de chorar.
Parece que volto no tempo e lembro de ter 20 anos, descer do ônibus no bairro Saci, zona Sul de Teresina, enquanto caminho várias quadras até minha casa. Também era meio-dia e eu vinha da Universidade Federal do Piauí, onde cursava Ciências Sociais. Aquele caminho era comum para mim, e quase todo dia eu o fazia intercalando ônibus e longas caminhadas até minha casa.
Naquele dia, há sete anos, um homem pára, pergunta as horas, eu olho para o relógio e antes de responder ele coloca a mão debaixo da minha saia, fala “b*********” e sai correndo. Fico atônita. Ainda tenho forças para gritar enquanto ele corre para a outra rua: “Infeliz, maldito”, falo bem alto com a revolta, humilhação e ódio engasgados.
Chego em casa me culpando por ter respondido a um estranho na rua. Eu era jovem demais para saber que a culpa não era minha. Só muitos anos depois consigo contar essa história para meu noivo, amigos e amigas.
As mulheres, quando ouvem, solidarizam-se imediatamente e passam a relatar também suas histórias. S.R., uma amiga jornalista, por exemplo, conta que chegou a ameaçar com pedras um homem que a assediou nas ruas a chamando de “gostosa”. Os homens, por outro lado, ouvem a mesma história e acabam rindo. Acham que é apenas uma anedota. Não é. Violência sexual não tem graça.

COMO SE SENTIR UM “NADA”

Logo eu, que me considero uma jovem mulher de 27 anos, empoderada, firme, forte (quase sempre), me senti um “nada”. Ocupo um cargo de chefia em um universo onde 80% dos colegas de profissão em posição de comando são homens. Não choro fácil e não abaixo a cabeça porque alguém não gostou de algo que fiz ou disse. Na rua, porém, eu baixei.
Quando passava por grupos de homens, tentava instintivamente atravessar a rua e ficar o mais longe possível deles, mesmo sabendo que minha missão nessa reportagem era seguir em frente e registrar caso fosse importunada.
Homens bem arrumados, homens desarrumados, mais novos, mais velhos, brancos, negros, mulatos. Não há um perfil para o assediador. Em comum, a sensação de impotência. No assédio, ficou claro para mim, há uma relação de poder em que se tenta colocar as mulheres em uma posição submissa.
Na rua, dificlmente encaro alguém, olho nos olhos, nada que possa ser interpretado erroneamente como um “convite”. Percebo nas mulheres próximas a mim, uma espécie de solidariedade quando tenho que passar por grupos de homens. Uma troca de olhares assustados antecedem meus passos, como se me perguntassem: “Menina, tem certeza que vai por aí?”.
Sim, eu poderia responder, retrucar, e algumas vezes já fiz isso na rua (quando estava perto de outras pessoas a quem poderia recorrer para manter minha segurança). O medo de ser seguida e (mais) agredida é ainda maior, e na maior parte das vezes as mulheres se calam já que muitos homens, ao ouvir um “não”, se revoltam, xingam e partem para a violência.
Quando a experiência chega ao fim, me sinto exausta. Não pelos calos no pé ou pela roupa quase ensopada de suor. O que cansa é todo o desgaste emocional de sentir medo e vulnerabilidade por ser mulher.
Um exemplo disso foi retratado em 2012, quando uma jovem belga de 25 anos decidiu gravar o que ouvia dos homens enquanto caminhava pelas ruas de Bruxelas – e principalmente de sua vizinhança, em um bairro pobre da cidade. O resultado foi o documentário Femme de la Rue (Mulher da Rua, em tradução livre). Um dos homens chega pelas suas costas, dizendo que ela é “linda”. Outro, simplesmente a cruza na calçada, vira o rosto em sua direção e a chama de “vadia”.

COMENTÁRIOS ABUSIVOS NÃO SÃO CANTADAS

Comentários sexuais abusivos e ameaçadores não são cantadas. Paquerar alguém pressupõe permissão, reciprocidade. A chave está em uma palavra: consentimento. Assédios sexuais em locais públicos são um problema social. Não tem a ver com “fulano de tal” que é grosseiro, ou aquele outro indivíduo que é machista. Não são casos isolados.
Cada “fiu-fiu” e “meu bem” direcionados à mulheres na rua que não são conhecidas de quem profere o “elogio” é, na verdade, apenas mais um sintoma de uma cultura que incentiva e considera a misoginia (a repulsa, desprezo ou ódio contra às mulheres) algo inofensivo.
E mesmo essa sendo minha opinião pessoal, em um texto assinado por mim contando uma experiência pessoal com todos os viés decorrentes dela, não estou só nessa ideia. Pesquisa divulgada em 2013 aponta que 83% das mulheres brasileiras não gostam das cantadas de rua. A pesquisa feita pelo site Olga, aponta que quase oito mil mulheres responderam o questionário elaborado pela jornalista Karin Hueck, e 99,6% relataram já terem sofrido assédio na rua.
“A gente acha que o machista e o assediador é esse homem sem rosto, esse homem desconhecido que abusa das mulheres nas ruas escuras. Não é. Esses assediadores são pais, são filhos, são profissionais competentes que estão mais perto do que a gente imagina. […] Por quê? Porque o assédio é legítimo culturalmente. Ele é entendido como algo que faz parte do homem. Ele é entendido como algo bom, como flerte. Mas não é”, relata a jornalista Juliana de Faria em sua palestra no TED São Paulo.
Ela é criadora de uma página no Facebook chamada “Chega de Fiu Fiu”, que expõe, entre outras situações, atos que as mulheres deixam de fazer por conta do assédio. Um exemplo disso é que sair de casa vestindo o que quiser, independente do destino e do meio de transporte escolhido, ou então olhar quando alguém lhe chama na rua.
“Ah mas eu sou homem e adoro quando uma mulher me ‘elogia’ na rua”, pode argumentar um. A diferença é que crimes sexuais contra mulheres são estratosfericamente maiores do que em relação aos homens. Numericamente, temos motivos para temer.
É possível, sendo homem, ouvir um “elogio” sem medo de ser perseguido, seguido ou até mesmo violado contra a própria vontade – como ocorre com muitas mulheres.
Em outubro de 2013, a estudante Anne Melo, chegou a ser presa por agentes da Tropa de Choque após ser chamada por um dos policiais de “gostosa”, durante o protesto realizado no centro do Rio de Janeiro.
Um vídeo divulgado nas redes sociais mostra o momento em que a jovem foi detida sob acusação de desacato. Segundo a estudante relatou, depois de receber o suposto “elogio” de um PM que estava na garupa de uma moto do Choque, ela respondeu ao policial de forma “agressiva”. Terminou presa por não ter aceitado a “gracinha” proferida por uma figura de autoridade.

“ASSEDIE A SUA MÃE”

Uma campanha (relembre aqui) realizada pela empresa Everlast do Peru, selecionou homens que, constantemente, assediavam mulheres na rua e localizou suas mães. Decidindo por participar da campanha, elas foram produzidas com acessórios como perucas e vestimentos tornando-as mais jovens e quase irreconhecíveis.
Resultado: foram alvos de cantadas dos próprios filhos. Ao descobrirem a real identidade de quem eles estavam cantando, os assediadores pediram desculpas e alegaram arrependimento e constrangimento. A pergunta que não quer calar: homens que assediam mulheres gostariam que suas mães ou filhas fossem assediadas da mesma forma?



Bandidos roubam cinco veículos em São Luís durante a noite


Cinco veículos foram roubados nas últimas horas, na capital maranhense, de acordo com os plantões de polícia da capital.
O Meriva branco de um taxista foi roubado por dois casais no centro de São Luís, na noite de segunda-feira (24). Os passageiros entraram na avenida Litorânea e, logo, anunciaram o assalto. O motorista foi deixado no local do roubo.
Outro carro foi roubado na avenida dos portugueses, no Anjo da Guarda.
E, ainda, três motocicletas foram tomadas em assaltos nessa noite. No Alto do Turu, Rui de Sousa Lima foi abordado por dois bandidos armados. O segundo caso foi na Salina do Sacavém, onde durante um assalto a uma fábrica de salgados, bandidos tomaram a moto de Lutero Almeida Filho. No bairro Jaracati, Roberto Costa Carvalho foi surpreendidos por dois homens armados que levaram a moto dele.

‘Se escondeu em um momento de pânico’, diz advogado de prefeita


O advogado Carlos Sérgio de Carvalho, que assumiu nesta segunda-feira (24) a defesa da prefeita de Bom Jardim, Lidiane Leite (PRB), disse em entrevista ao G1 na madrugada desta terça-feira (25) que a prefeita fugiu num momento de pânico e que pode se apresentar espontaneamente a qualquer momento à Polícia Federal.
A gestora municipal está foragida desde a última quinta-feira (20) quando foi decretada a sua prisão por suspeitas de fraudes em licitações, desvio de dinheiro da merenda escolar e transferências bancárias irregulares.
Segundo o advogado, a decisão de se esconder da polícia não foi premeditada e a prefeita estaria assustada com a repercussão do caso. “Ela é uma jovem de 25 anos e se escondeu em um momento de pânico, sequer sabia exatamente o que estava acontecendo. Teve sorte de não ser localizada até agora”, disse.
Ele considera o caso delicado, porém, acredita que não haja argumentos suficientes para que seja decretada a prisão da prefeita. “Espero que a decisão seja revogada, mesmo porque, ela é absolutamente desnecessária e galgada em elementos produzidos unilateralmente. Esperamos que em pouco tempo os fatos sejam esclarecidos e as responsabilidades de cada um colocadas no seu devido lugar”, explicou Carlos Sergio.
A decisão de se entregara à polícia pode ser tomada a qualquer momento. “A possibilidade de entrega é sempre considerada”, frisou o advogado.
Carlos Sérgio disse ainda que Lidiane Leite estaria “depressiva, doente, ansiosa e sofrendo muito” e que teria consciência da sua responsabilidade.

Interpol
O Superintendente da Polícia Federal no Maranhão, Alexandre Saraiva,  disse ao G1 nesta segunda-feira (24) que se prefeita Lidiane Leite não se entregar até amanhã, será solicitado que o nome dela seja incluído na lista vermelha da Interpol.
Prefeita ‘Ostentação’
Depois que se tornou prefeita, Lidiane passou a compartilhar fotos da nova rotina nas redes sociais. Nos perfis pessoais, ela escreveu: “Eu compro é que eu quiser. Gasto sim com o que eu quero. Tô nem aí pra o que achem. Beijinho no ombro pros recalcados”. Em outro post, ela diz: “Devia era comprar um carro mais luxuoso pq graças a Deus o dinheiro ta sobrando (sic)”.
Desvios e Afastamento
A polícia investiga transferências de cerca de R$ 1 mil realizadas da conta da prefeitura para a conta pessoal de Lidiane que chegam a R$ 40 mil em um ano. Também foram feitas transferências para o advogado da prefeitura, Danilo Mohana, que somam mais de R$ 200 mil em pouco mais de um ano.
Além da prefeita, secretários, ex-secretários e empresários também estão sendo investigados por causa de irregularidades encontradas em contratos firmados com “empresas-fantasmas”. Houve duas licitações para reformar 13 escolas, pelas quais a Zabar Produções obteve R$ 1,3 milhão e a Ecolimp recebeu R$ 1,8 milhão. Nenhuma das empresas foi encontrada.
A Justiça do Maranhão havia determinado o afastamento da prefeita por 180 dias em dezembro de 2014, com base no descumprimento da regularização das aulas e do fornecimento de merenda e de transporte escolar em Bom Jardim.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

TJMA recebe denúncia contra prefeito de Alto Alegre do Pindaré


Os desembargadores da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado (TJMA) receberam denúncia contra o prefeito do município de Alto Alegre do Pindaré, Atenir Ribeiro Marques, conforme voto do relator do processo no colegiado, desembargador Fróz Sobrinho.
O prefeito é acusado pelo Ministério Público do Maranhão (MPMA) de deixar de prestar contas de convênio celebrado entre o Município e o Estado do Maranhão, no valor de R$ 400 mil. A ausência de prestação de contas foi comprovada nos documentos juntados à denúncia.
O convênio foi firmado com a intermediação da Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Pesca (Sagrima), em 28 de maio de 2012, e tinha a finalidade de construir o Abatedouro Municipal.
Os recursos seriam liberados em três parcelas, sendo a primeira no percentual de 50%, a segunda no percentual de 30%, e a última após mediação, obrigando-se o denunciado a prestar contas parcialmente dos recursos transferidos, sob pena de instauração de Tomada de Contas Especial.
Em seu voto, o desembargador Fróz Sobrinho destacou que existem nos autos elementos suficientes para a caracterização do delito supostamente praticado pelo acusado, descrevendo de forma satisfatória a ação delituosa, como a decisão do Tribunal de Contas do Maranhão (TCE/MA) que, nos autos da denúncia, concedeu liminar para suspensão dos repasses do convênio.
“A denúncia é apta, descreve com clareza o fato delituoso e satisfaz as exigências formais do artigo 41 do Código de Processo Penal, inexistindo qualquer fundamento para a sua rejeição”, enfatizou o relator.

Homem é assassinado em plena via pública em Caxias


O Jovem Abel Morais, morador do bairro Volta Redonda, foi assassinado na Noite Deste domingo na Avenida Alexandre Costa, em Caxias.
O crime Aconteceu em Frente uma lanchonete Hamburgão, não that momento Abel Morais SAIA DO local.
Ao deixar o Estabelecimento em Direção Ao Seu caminhão, Dois Homens, Numa motocicleta, param PROXIMO A Vítima EO carona comeca um Descarregar SUA arma.
Were 6 Tiros disparados, Sendo Que, de a Acordo com Testemunha uma, O Primeiro o atingiu na altura da Cabeça derrubando-o imediatamente enquanto o atirador descarregava SUA arma.
Os Dois Homens evadiram-se rápidamente fazer e locais Uma Multidão de curiosos se formou NAS imediações.
Abel Morais era filho de José Morais, policial militar, advogado e militante do Partido dos Trabalhadores em Caxias.

domingo, 23 de agosto de 2015

PSDB: DA MOEDA ESTÁVEL À INSTABILIDADE POLÍTICA

Já se passaram quase dez meses das eleições presidenciais e o senador Aécio Neves (PSDB-MG), estimulado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, continua tentando passar por cima
da vontade das urnas, sem se preocupar com o fato de que a guerra política prejudica a economia; postura do PSDB já causa impaciência na elite empresarial; neste domingo, o presidente do Itaú-Unibanco, Roberto Setubal, criticou aqueles que buscam apenas o poder, e não pensam no país; também neste fim de semana, Maílson da Nóbrega, da Tendências Consultoria, defendeu o respeito à democracia; outro líder empresarial, Robson Andrade, da Confederação Nacional da Indústria, já havia afirmado que o resultado das urnas deve ser respeitado; se o PSDB já teve a marca da moeda estável, o que hoje caracteriza o partido é a promoção da instabilidade política, provocada por sua obsessão golpista.


Durante muitos anos, o PSDB conseguiu preservar uma marca: a do partido que estabilizou a moeda e encerrou o ciclo inflacionário no País, graças ao sucesso do Plano Real.
No entanto, aos poucos, o partido começa a ganhar um outro carimbo, o de uma agremiação golpista e incapaz de se submeter à soberania das urnas.
Passados praticamente dez meses das eleições presidenciais, o PSDB, sob o comando do senador Aécio Neves(PSDB-MG) e o incentivo permanente do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, ainda tenta questionar o resultado das urnas, passando por cima dos 54 milhões de votos que reelegeram a presidente Dilma Rousseff, em outubro último.
Nessa sanha golpista, o PSDB já fez de tudo: apresentou várias ações no Tribunal Superior Eleitoral e chegou até a questionar a segurança das urnas eletrônicas. O mais novo capítulo dessa guerra sem fim é o pedido para que a procuradoria-geral da República abra uma investigação contra a campanha da presidente Dilma Rousseff (saiba mais aqui).
O problema é que a elite empresarial do País já começa a se impacientar com o golpismo tucano. A defesa mais contundente da legitimidade do mandato da presidente Dilma Rousseff foi feita neste domingo pelo banqueiro Roberto Setubal, do Itaú-Unibanco, que também mandou um recado para a oposição. "O que está faltando é discutir o país. Há uma grande discussão sobre poder e pouca discussão sobre o país. Precisamos debater quais as reformas necessárias para que o país possa se recuperar. Só estou vendo muita discussão de poder pelo poder", afirmou (saiba mais aqui).
Também neste fim de semana, o ex-ministro Maílson da Nóbrega, sócio da Tendências Consultoria, se posicionou contra o golpe. "Há forte percepção de que Dilma não está envolvida pessoalmente em corrupção", disse ele. "O PT perdeu apoio da opinião pública, mas preserva certa capacidade de articulação e conta com uma aguerrida militância. O processo de impeachment seria muito mais demorado e traumático, com repercussões de elevada gravidade na confiança dos agentes econômicos, incluindo os investidores estrangeiros, e custos elevados para a atividade econômica e o emprego".
Antes dos dois, Robson Andrade, presidente da Confederação Nacional da Indústria, mesmo fazendo críticas aos rumos do governo, havia defendido o respeito às urnas. O que fica claro, cada vez mais, é que o PIB está perdendo a paciência com o golpismo tucano, que prejudica a economia e, consequentemente, seus negócios.

Homem morre queimado em acidente de moto em Açailândia


Na noite deste sábado (22), em Açailândia, um motoqueiro morreu na BR. Francisco Lopes Carneiro Júnior de 18 anos de idade estava numa motocicleta quando colidiu com a traseira de uma carreta, cujas placas não foram identificadas. O motorista da carreta fugiu do local. Com o impacto, a moto pegou fogo. O condutor da moto morreu na hora, vítima do impacto do acidente e das queimaduras. A BR foi interditada parcialmente.

Prefeita de Bom Jardim é presa pela Polícia Civil em Santa Inês


Fim de linha para a prefeita de Bom Jardim, Lidiane Leite. Considerada foragida pela Polícia Federal, ela vinha tentando escapar da prisão, depois que foi deflagrada a 'Operação Éden'. Ela é acusada de desviar aproximadamente R$ 14 milhões dos cofres públicos, através de licitações fraudulentas e uso de empresas fantasmas.

Lidiane Leite, conhecida como 'prefeita ostentação' e 'prefeita debochada', foi presa por volta de 20h30 deste sábado(22) quando se encontrava na casa de Felipe Carvalho, que seria seu namorado, em Santa Inês.

Ela não esboçou reação, resolveu se entregar e, neste momento, está sendo transferida para São Luís.

sábado, 22 de agosto de 2015

Homem fica com faca cravada nas costa após sofrer tentativa de homicídio


Foi registrada na tarde desta sexta-feira (21) uma tentativa de homicídio bairro da Tresidela, no município de Coroatá. O autor do crime, que ainda não foi identificado, desferiu um golpe de faca contra um homem conhecido como “Mata Galo”. A vítima foi encaminhada para o Hospital Macrorregional de Coroatá, ainda com a rama usado no crime cravada nas costas. Segundo a policia, a vítima estava na rua e foi levada para o hospital na viatura.

Governo inicia despoluição da Lagoa da Jansen e das praias de São Luís


O Governo do Estado, por meio da Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema), inicia no neste domingo (23) a obra de despoluição da Lagoa da Jansen e das praias de São Luís. As iniciativas fazem parte do programa ‘Mais Saneamento’, lançado pelo governador Flávio Dino, que tem por objetivo melhorar os indicadores do saneamento no Maranhão. Neste primeiro momento, o é melhorar a balneabilidade das praias, eliminando os pontos de lançamento de esgoto in natura diretamente na orla.
As ordens de serviços para o início das obras serão assinadas às 8h na Lagoa da Jansen, nas proximidades da pista de skate, e às 10h na foz do Rio Pimenta, no prolongamento da Avenida Litorânea, na praia do Caolho. Serão eliminados 12 dos 27 pontos de lançamento de esgoto na Lagoa da Jansen, em um prazo de 60 dias. Os outros 15 pontos de lançamento de esgoto serão retirados ao longo de 2016. O investimento é da ordem de R$ 243 mil.
O projeto de despoluição dos rios Pimenta e Claro prevê a instalação de um novo sistema de tubulação com 4.135 metros de extensão nas margens, além da construção de uma estação elevatória e redes coletoras de 30.347 metros na região. O prazo de execução é de 12 meses, com investimento de R$ 14.688.113,98.
O esgoto coletado será enviado para Estações Elevatórias (EEE’s) que farão o bombeamento para as Estações de Tratamento (ETE’s). As ordens de serviços para início das obras serão assinadas pelo governador Flávio Dino e pelo diretor-presidente da Caema, Davi Telles.
Em São Luís, o governo está executando um projeto amplo de saneamento que vão permitir, quando todas as obras estiverem concluídas, elevar o nível tratamento de esgoto dos atuais 4% para 70%. “Já estão sendo executados R$ 306 milhões em quatro grandes sistemas de esgoto na cidade. São recursos do governo federal com contrapartida garantida pelo Estado e execução da Caema. Essas obras de esgoto em São Luís permitirão que nossa capital salte de 4% para 70% de esgoto tratado em cerca de três anos”, ressalta o diretor presidente da Caema, Davi Telles.
O programa em execução prevê a implantação de 270 mil metros de rede coletora; 45 mil metros de interceptores; 7 mil metros de coletores-tronco; 40 estações elevatórias; 2 enormes Estações de Tratamento de Esgoto(Vinhais e Anil); recuperação e ampliação das outras duas ETE’s existentes (Bacanga e Jaracati), dentre outras intervenções.
Logo após o lançamento das obras de eliminação de pontos de lançamento de esgoto na Lagoa da Jansen, será realizado um passeio ciclístico até o prolongamento da Avenida Litorânea, na foz do Rio Pimenta, com percurso de aproximadamente 10 Km.
A programação na Lagoa da Jansen prevê apresentações culturais do grupo Maratuque, Circo de Rua, Skate e realização de uma feira de artesanato. Na Avenida Litorânea, no local da assinatura das ordens de serviços, está programada apresentação do Dj Pedro Sobrinho, do grupo Zumba, Circo tá na rua, grupos de capoeira, banda de reggae e entrega de troféus.

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Homem tem perna esmagada em acidente na MA-222


Um acidente envolvendo um carro de passeio e uma motocicleta, foi registrado na manhã desta sexta-feira (21) nas proximidades do povoado Morro Grande – Vargem Grande.
Dois adultos e uma criança ficaram feridos. Manoel Luís Domes , 42 anos, estava em uma motocicleta na MA-222 , quando tentou fazer uma ultrapassagem na via e acabou colidindo com um veículo onde estava Maria Francisca Barbosa Lima e seu filho, Francinaldo Lima Domes.
O condutor da moto teve a sua perna esquerda esmagada até o joelho e está sendo transferido para São Luis.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Corpo de jovem é encontrado em córrego às margens da BR-135


Ele estava desaparecido há três dias, de acordo com relatos da mãe dele à polícia. Para ela, companhias perigosas podem ter relações com o crime.
“Ele começou a ficar de ‘adjunto’… de se misturar… Sempre ele gostou de andar de ‘adjunto’, sempre. Eu conversava muito com ele, falava muito com ele, mas ele nunca me ouvia”, lamentou a dona de casa Maria Isabel Coelho Amorim.
O corpo foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) de São Luís e o caso segue sob investigação no quinto distrito policial.

Homem é encontrado queimado na avenida JK, em Imperatriz


Na manhã desta quinta-feira (20), populares encontraram o corpo de um homem queimado em um terreno baldio, próximo à Avenida JK, Bairro Santa Rita. O rabecão removeu o corpo para IML onde serão feitos os exames para dizer o que teria provocado a morte. O rapaz foi identificado como Marcos Israel de Oliveira Aguiar, morto por disparos de arma de fogo e perfurações de arma branca. O mesmo era usuário de drogas e tinha passagem pela polícia, por suspeita de roubo e arrombamento de residências na área da grande Santa Rita.