No ano de 2015, de janeiro a 11 de abril,
foram notificados 3.242 casos de dengue em todo o Maranhão (sendo 1.024 casos
confirmados e 2.218 sob investigação). Destes, 27 casos foram com sinais de
alarme (dengue hemorrágica) e um óbito foi confirmado no período. As
regiões de maior incidência, até o momento, são: Pinheiro, Açailândia e Caxias.
Não há nenhuma região que apresente alta incidência, que é acima de 300 casos
por 100.000 habitantes. Até o momento, todas as regiões estão com baixa
incidência. É fundamental realizar a limpeza adequada dos reservatórios
de água, manter os depósitos de acondicionamento de água fechados, não acumular
lixo nos quintais e em terrenos baldios, destinar o lixo em local adequado,
entre outras medidas. Em caso de suspeita de dengue, o paciente deve procurar o
serviço de saúde e evitar automedicação.
quinta-feira, 16 de abril de 2015
Acusado morre durante assalto na Vila São José
Governo instala identificação biométrica no sistema prisional
A secretaria de Estado da Justiça e
Administração Penitenciária (Sejap) instalou nesta segunda-feira, 13, uma
central de identificação biométrica no Complexo Penitenciário de Pedrinhas. A
instalação seguiu diretriz do governador Flávio Dino para humanizar a execução
penal no estado.O sistema permite checar com segurança a identidade e dados
pessoais dos detentos, evitando duplicidade, falsidade ou adulteração de
documentos e informações.
A central de identificação biométrica utiliza webcam, impressora e leitor de impressão digital. O sistema checa dois bancos de dados para cada interno do Complexo de Pedrinhas. O primeiro traz fotos e ficha pessoal com filiação, escolaridade, endereço, marcas de nascença etc.Esse banco de dados permite, por exemplo,emissão automática da carteira de identidade para detentos que não tenham o documento.
O segundo banco de dados fornece informações do preso em relação à Justiça, como tempo da pena, motivo da condenação, etc. Para a instalação da central, a Sejap contou com apoio da Polícia Civil que, por meio do Instituto de Identificação, treinou quatro operadores para o sistema.
Censo carcerário
A identificação biométrica será ferramenta para o censo carcerário. A contagem terá início nas unidades prisionais da Região Metropolitana de São Luís. Em outros 23 municípios, as informações serão coletadas por meio de formulários que serão encaminhados aos presídios. As informações retornarão à central de identificação biométrica que reunirá o cadastro atualizado de toda a população carcerária do Maranhão.
A central de identificação biométrica utiliza webcam, impressora e leitor de impressão digital. O sistema checa dois bancos de dados para cada interno do Complexo de Pedrinhas. O primeiro traz fotos e ficha pessoal com filiação, escolaridade, endereço, marcas de nascença etc.Esse banco de dados permite, por exemplo,emissão automática da carteira de identidade para detentos que não tenham o documento.
O segundo banco de dados fornece informações do preso em relação à Justiça, como tempo da pena, motivo da condenação, etc. Para a instalação da central, a Sejap contou com apoio da Polícia Civil que, por meio do Instituto de Identificação, treinou quatro operadores para o sistema.
Censo carcerário
A identificação biométrica será ferramenta para o censo carcerário. A contagem terá início nas unidades prisionais da Região Metropolitana de São Luís. Em outros 23 municípios, as informações serão coletadas por meio de formulários que serão encaminhados aos presídios. As informações retornarão à central de identificação biométrica que reunirá o cadastro atualizado de toda a população carcerária do Maranhão.
Homem é preso com celular no ânus em São Luis
Um
homem identificado como Marcos Aurélio Pereira, de 34 anos, foi preso no início
da tarde desta quarta-feira (15), na Unidade Prisional de Ressocialização (UPR)
do bairro do Olho d’Água, em São Luís, após ele ser flagrado com um aparelho celular
na região do ânus.
Segundo o delegado Márcio
Dominici, titular do 7º Distrito Policial, no bairro do Turu, Marcos, que é
morador da cidade de São José de Ribamar, a 32 km de São Luís, foi surpreendido
com o aparelho celular, de modelo S3, durante a revista realizada por meio de
detectores de metais.
Bastante
nervoso Marcos Aurélio teria chamado à atenção dos monitores do local por ter
chegado à unidade prisional se tremendo muito. Desconfiados, os monitores
pediram que ele se sentasse. Foi quando ele foi flagrado com o aparelho. Sem
resistir à ação dos monitores, ele foi encaminhado para a delegacia.
Ainda
conforme o delegado, ele disse, em depoimento, que tinha ido até o local
visitar o seu tio, reconhecido como Domingos Rosa Pereira, 60 anos, mas que
iria aproveitar o momento da visita para entregar o aparelho para outro detento
que ainda não foi identificado pela polícia.
“O Marcos
Aurélio confirmou em depoimento que o seu objetivo era repassar o celular para
outro detento, e nós acreditamos que este aparelho iria ser usado para a
comunicação do preso com facções que estão atuando do lado de fora da unidade
prisional”, explicou o delegado.
Após o
depoimento foi lavrado um Termo Circunstancial de Ocorrência (TCO) contra
Marcos Aurélio Pereira, que responderá em liberdade até o dia do seu
julgamento. Esse é o segundo caso, em menos de um mês, de prisão pelo crime de
aparelhos telefônicos de comunicação móvel em estabelecimento prisional.
No último
dia primeiro de abril Denílson de Jesus Monteiro, de 34 anos, foi preso após
ser flagrado com um aparelho celular no ânus. Ele também estava na Unidade
Prisional de Ressocialização (UPR) do bairro do Olho d’Água, em São Luís,
visitando um amigo que estava preso.
O crime de
ingresso de aparelho de telefonia móvel em estabelecimento penal passou a ser
previsto no artigo 349-A, introduzido pela Lei 12.012, de seis de agosto de
2009. A pena pode variar de três a um ano prisão.
quarta-feira, 15 de abril de 2015
Passageiro reage e mata assaltante na capital
Durante a manhã de hoje (15), dois
adolescentes invadiram uma van na Avenida dos Africanos para praticar assalto,
o veículo fazia linha para o centro de São Luís e transportava no momento da
ação criminosa vários passageiros. No momento do assalto um passageiro que não
foi identificado, reagiu e deferiu cinco tiros contra Vinicius Sousa de 15 anos
morador da Estiva, que veio a óbito no local. O outro adolescente foi
apreendido pela população e encaminhado para a delegacia do Infrator- DAI. O
passageiro que portava uma arma dentro do coletivo, fugiu sem ser notado.
Presa Dupla que estuprou professora por 5 horas em Penalva
A
Polícia Civil do Maranhão, por meio da Delegacia de Penalva com o apoio da
Polícia Militar, prendeu duas pessoas suspeitas de abuso sexual. Eles teriam
estuprado uma professora em um povoado do município.
Segundo o Delegado Eliezer Lima, foram presos Claudiomar Coelho
Mendonça, de 21 anos, e um adolescente de 17 anos. O crime ocorreu quando a
vítima retornava de um povoado onde lecionava. Ela foi abordada e levada a um
matagal onde, sob ameaça de faca, foi violentada durante aproximadamente cinco
horas.
Adolescente é suspeita de matar a mãe com a ajuda do namorado
Uma mulher de 35 anos foi morta
dentro de casa em Blumenau (SC) na tarde de segunda-feira (13). A filha da
vítima, de oito anos, foi quem encontrou o corpo. A polícia suspeita de que a
outra filha de 16 anos e o namorado tenham cometido o crime usando um facão.
Eliane Eroni dos Santos foi morta com golpes de facão na região do pescoço
dentro de casa.
Quando
chegou da escola, a filha de oito anos viu marcas de sangue na porta de entrada
e seguiu o rastro de sangue até o quarto, onde achou a mãe morta embaixo da
cama.
Uma vizinha que não quis se
identificar socorreu a criança que saiu correndo em pânico pela rua. A Polícia
Civil acredita que o crime tinha sido cometido por volta das 13h, depois que a
filha mais nova foi para a escola.
Segundo o
delegado responsável pelo caso, a filha mais velha da vítima e o namorado
(foto) são os principais suspeitos. Os dois são usuários de drogas.
Família fica refém e suspeitos fogem levando carro e objetos de valor
Três suspeitos ainda não
identificados mantiveram uma família refém dentro de sua residência por mais de
uma hora no Bairro Três Poderes no município de Imperatriz na noite desta
terça-feira (15), logo após fugiram levando a caminhonete Hillux prata PSB- 6060,
eles levaram ainda duas TVs de Led, quatro celulares, Notebook e joias. Uma das
vitimas foi identificada como Itamar Cortez.
O
proprietário disse que estava chegando a residência para guardar a caminhonete
quando os três elementos entraram e anunciaram o assalto, dois acusados ficaram
dentro da casa enquanto outro ficou no portão na retaguarda.
Após
colocarem os objetos de valor na Hillux um dos elementos saiu levando o
veiculo, e um deles um chegou a dizer que iam permanecer no local para dar
tempo do carro sair da cidade, uma hora e meia depois os dois trancaram as
vitimas em um compartimento da casa e fugiram em outro veiculo, Itamar contou
que os acusados estavam tranquilos. A policia continua nas investigações.
terça-feira, 14 de abril de 2015
Adolescente é apreendido por esfaquear secretário de turismo de Axixá
Um adolescente de dezessete anos foi
apreendido na tarde desta terça-feira (14) acusado de tentativa de homicídio
por ter esfaqueado o secretário de Axixá, Isaías Sobrinho, no domingo. Após
denúncias, ele foi localizado no povoado Bom Tempo, na BR 402, em Rosário. O
menor foi ouvido pelo delegado regional de Rosário, Cristiano Morita, e
liberado em seguida. Por já estar fora do flagrante, ele apenas assinou Termo
Circunstanciado de Ocorrência (TCO). A motivação do crime não foi divulgada.
Com informações do Diário de Rosário. Até esta segunda-feira (13) Isaías
Sobrinho, foi levou três golpes de arma branca, havia passado por duas
cirurgias no Hospital Clementino Moura, o Socorrão II, e estava fora de perigo.
Homem é morto pelos enteados a golpes de facão
Um crime bárbaro ocorreu na noite
do último domingo (12), no município de São Mateus. Um homem identificado como
José Francisco da Conceição, conhecido como “Chico Magro”, de 55 anos, foi
assassinado com vários golpes de facão.
Segundo informações da polícia,
os autores do crime foram os enteados da vítima, identificados como Antonielson
dos Santos Bezerra, de 29 anos, e Jailson dos Santos Bezerra, de 24 anos. Uma
discussão de bar teria sido a motivação do crime.
“Chico
Magro” foi morto cerca de dez facadas, sendo a maiores delas no rosto e no
peito. A vítima ainda foi levada para o Hospital Municipal, mas já havia
morrido no local do crime.
Quase 80% dos deputados da comissão especial defendem redução da maioridade penal
Pesquisa da Câmara
que revela 77,8% dos deputados favoráveis à redução da maioridade penal foi
feita entre os 27 titulares e igual número de suplentes (o levantamento não foi
feito entre estes).Entre os 21 deputados que concordam com a redução, 51,8%
defendem apenas para crimes hediondos, como homicídio qualificado, latrocínio
(roubo seguido de morte), estupro e sequestro. Outros 25,9% propõem que a
redução alcance qualquer crime cometido.
Além disso, dos favoráveis à redução,
17 (63%) concordam com a idade de 16 anos para que um jovem responda pelo crime
como adulto. Três deputados ouvidos defendem que não haja idade-limite, cabendo
ao juiz definir se o adolescente irá responder ou não como adulto. E um propõe
a idade de 10 anos.
Proposta
A redução da maioridade para 16 anos está prevista na proposta (PEC 171/93) que será analisada pela comissão – existem outras 37 que tramitam apensadas, que propõem idades variadas.
Em comum, obviamente, todas têm como objetivo alterar a Constituição Federal, que atualmente determina que os jovens menores de 18 anos são “inimputáveis” (ou seja, não são culpáveis, como adultos, por atos criminosos).
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA, Lei 8.069/90), que regulamentou a responsabilidade penal de menores de 18 anos, determina que os adolescentes de 12 a 17 anos podem responder por atos infracionais (crimes ou contravenções), como roubo e homicídio. Neste caso, aplicam-se medidas socioeducativas, que podem ir de advertência à internação por até três anos para os crimes mais graves, como homicídio.
A Agência Câmara procurou ouvir também os parlamentares sobre o tempo de internação para adolescentes infratores. O levantamento com os integrantes da comissão apontou que 77,8% advogam que o tempo máximo de internação deve ser superior aos atuais três anos.
Ao serem questionados sobre para quantos anos deveria ir a internação, oito deputados defenderam que ela seja proporcional ao crime, e seis que o prazo seja de até oito anos. As demais respostas foram variadas.
Crimes hediondos
O deputado Jutahy Junior (PSDB-BA) é um dos parlamentares favoráveis à redução para 16 anos para crimes hediondos. Para ele, a pena deve ser mais severa nos crimes que “demonstram a agressividade e a deturpação de caráter do indivíduo”. “Se a pessoa aos 16 anos pode votar, ela tem responsabilidade no caso de cometer um crime bárbaro”, afirmou.
Jutahy é autor de um projeto (PL 5561/13) que muda o ECA para ampliar o tempo de internação para seis anos. A proposta também estabelece que, se aos 18 anos, o jovem estiver cumprindo medida socioeducativa por crime hediondo, ele passará automaticamente para “ala especial de presídio comum”.
De acordo com o deputado, o objetivo é evitar que um jovem que cometer crime próximo aos 18 anos seja liberado ao completar essa idade. “Ele comete um crime bárbaro com 17 anos e 10 meses, e dois meses depois está livre. Isso cria um sentimento de impunidade gigantesco na população”, disse.
Cumprimento da lei
O deputado Weverton Rocha (PDT-MA), que também faz parte da comissão especial, defende tratamento mais duro para crimes hediondos, mas ele acredita que a discussão está sendo feita de forma “equivocada”.
“O grande problema, hoje, não é a redução da maioridade penal, e sim o cumprimento da legislação. O que teríamos neste momento que fazer, e esse é o debate correto, era discutir e melhorar o ECA, que já prevê penas para menores infratores”, disse.
Rocha lembrou que o ECA já prevê a responsabilização penal de adolescente a partir dos 12 anos, o que, segundo ele, é uma das idades mais baixas do mundo. “Não é apenas com a redução que vamos resolver o problema. Hoje vamos botar um jovem de 16 anos numa penitenciária, num sistema que não ressocializa e, amanhã, estaremos discutindo para 14, para 10 anos”, disse.
O deputado disse que os jovens responsáveis por crimes hediondos são minoria no universo dos que cometem delitos. “O que se divulga para o povo é apenas um lado da história. Vamos fazer o povo brasileiro conhecer o sistema penitenciário do País, o quanto está sendo investido e que precisa se investir nas políticas públicas de acesso à escola de tempo integral. Então, a gente precisa conscientizar e conhecer o outro lado também”, afirmou Rocha.
Escolha do relator
A comissão especial que vai analisar a redução da maioridade penal foi criada no final de março pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, e instalada na semana passada, com a eleição do deputado André Moura (PSC-SE) como presidente.
O relator deverá ser indicado nesta semana, quando também será definido o roteiro de trabalho do colegiado. Nove deputados disputam a relatoria, cuja indicação é primazia do presidente, mas geralmente é resultado de negociações políticas.
Proposta
A redução da maioridade para 16 anos está prevista na proposta (PEC 171/93) que será analisada pela comissão – existem outras 37 que tramitam apensadas, que propõem idades variadas.
Em comum, obviamente, todas têm como objetivo alterar a Constituição Federal, que atualmente determina que os jovens menores de 18 anos são “inimputáveis” (ou seja, não são culpáveis, como adultos, por atos criminosos).
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA, Lei 8.069/90), que regulamentou a responsabilidade penal de menores de 18 anos, determina que os adolescentes de 12 a 17 anos podem responder por atos infracionais (crimes ou contravenções), como roubo e homicídio. Neste caso, aplicam-se medidas socioeducativas, que podem ir de advertência à internação por até três anos para os crimes mais graves, como homicídio.
A Agência Câmara procurou ouvir também os parlamentares sobre o tempo de internação para adolescentes infratores. O levantamento com os integrantes da comissão apontou que 77,8% advogam que o tempo máximo de internação deve ser superior aos atuais três anos.
Ao serem questionados sobre para quantos anos deveria ir a internação, oito deputados defenderam que ela seja proporcional ao crime, e seis que o prazo seja de até oito anos. As demais respostas foram variadas.
Crimes hediondos
O deputado Jutahy Junior (PSDB-BA) é um dos parlamentares favoráveis à redução para 16 anos para crimes hediondos. Para ele, a pena deve ser mais severa nos crimes que “demonstram a agressividade e a deturpação de caráter do indivíduo”. “Se a pessoa aos 16 anos pode votar, ela tem responsabilidade no caso de cometer um crime bárbaro”, afirmou.
Jutahy é autor de um projeto (PL 5561/13) que muda o ECA para ampliar o tempo de internação para seis anos. A proposta também estabelece que, se aos 18 anos, o jovem estiver cumprindo medida socioeducativa por crime hediondo, ele passará automaticamente para “ala especial de presídio comum”.
De acordo com o deputado, o objetivo é evitar que um jovem que cometer crime próximo aos 18 anos seja liberado ao completar essa idade. “Ele comete um crime bárbaro com 17 anos e 10 meses, e dois meses depois está livre. Isso cria um sentimento de impunidade gigantesco na população”, disse.
Cumprimento da lei
O deputado Weverton Rocha (PDT-MA), que também faz parte da comissão especial, defende tratamento mais duro para crimes hediondos, mas ele acredita que a discussão está sendo feita de forma “equivocada”.
“O grande problema, hoje, não é a redução da maioridade penal, e sim o cumprimento da legislação. O que teríamos neste momento que fazer, e esse é o debate correto, era discutir e melhorar o ECA, que já prevê penas para menores infratores”, disse.
Rocha lembrou que o ECA já prevê a responsabilização penal de adolescente a partir dos 12 anos, o que, segundo ele, é uma das idades mais baixas do mundo. “Não é apenas com a redução que vamos resolver o problema. Hoje vamos botar um jovem de 16 anos numa penitenciária, num sistema que não ressocializa e, amanhã, estaremos discutindo para 14, para 10 anos”, disse.
O deputado disse que os jovens responsáveis por crimes hediondos são minoria no universo dos que cometem delitos. “O que se divulga para o povo é apenas um lado da história. Vamos fazer o povo brasileiro conhecer o sistema penitenciário do País, o quanto está sendo investido e que precisa se investir nas políticas públicas de acesso à escola de tempo integral. Então, a gente precisa conscientizar e conhecer o outro lado também”, afirmou Rocha.
Escolha do relator
A comissão especial que vai analisar a redução da maioridade penal foi criada no final de março pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, e instalada na semana passada, com a eleição do deputado André Moura (PSC-SE) como presidente.
O relator deverá ser indicado nesta semana, quando também será definido o roteiro de trabalho do colegiado. Nove deputados disputam a relatoria, cuja indicação é primazia do presidente, mas geralmente é resultado de negociações políticas.
Homem é morto com dois tiros na cabeça em Vargem Grande
Um homem ainda não identificado
foi assassinado com dois tiros no município de Vargem Grande, no interior do
Maranhão. O crime aconteceu na manhã desta terça-feira (14).
O homem
foi encontrado morto no bairro Soldadinho. Homens da Polícia Militar e Civil e
da Guarda Municipal já foram até o local parar apurar os fatos.
Nenhum
documento foi encontrado com a vítima. A polícia ainda irá investigar o caso.
PF deflagra operação contra crimes previdenciários no Maranhão
A Polícia Federal deflagrou nesta
terça-feira (14) a Operação Replay, com o objetivo de reprimir crimes
previdenciários nas cidades de Imperatriz e Estreito, no Maranhão. A operação,
comandada pela Força-Tarefa Previdenciária do Maranhão (FTP-MA), composta pela
Polícia Federal, pelo Ministério da Previdência Social e pelo Ministério
Público Federal, está em andamento.
Devem ser cumpridos 21 mandados
judiciais, sendo seis de prisão preventiva,quatro de condução coercitiva e 11
de busca e apreensão, todos expedidos pela 2ª Vara Federal da Subseção de
Imperatriz, requeridos pela Polícia Federal, com parecer favorável da
Procuradoria da República.
As investigações, iniciadas em maio
do ano passado levaram à identificação de uma organização criminosa, com
atuação principalmente na cidade de Imperatriz, suspeita de falsificar
documentos públicos e declarações de exercício de atividade rural para obtenção
de benefícios previdenciários em Imperatriz.
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